quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Tratado sobre a ambição22/11/2012 | 16h14
Marcello Antony estrela montagem de 'Macbeth' que estará em cartaz na Capital
O elenco da peça, que será encenada de sexta a domingo, é formado apenas por homens
Foto: João Caldas / Divulgação
Fábio Prikladnicki
fabio.pri@zerohora.com.br
Uma das tragédias mais encenadas de Shakespeare, Macbeth foi escrita no início do século 17, quando mulheres não podiam representar — os papéis femininos cabiam a homens.
Por vicissitudes do processo criativo, a versão do diretor Gabriel Villela, que estará em cartaz de sexta a domingo, no Theatro São Pedro, em Porto Alegre, investe em oito atores homens que interpretam cerca de 20 papéis.
A escolha se deu, em parte, pela impossibilidade de Ana Paula Arósio participar da montagem,como explica Villela:
— Naquele instante, já estávamos fazendo workshops, e o Claudio (Fontana, ator) apresentou um trabalho maravilhoso sobre a presença física do feminino composta por homens. Acabou ficando uma coisa estranha,misteriosa.
Coube a Fontana o papel de Lady Macbeth, a mulher que estimula o protagonista vivido — por Marcello Antony — em sua escalada sangrenta ao poder. Não é a história de um homem essencialmente mal; antes, é um ensaio sobre como a virtude de um general é progressivamente maculada pela ambição. Macbeth é capaz de sentir dúvida, mas a certa altura não consegue evitar a série de crueldades em busca do trono. A profecia de que Macbeth se tornará rei é conhecida na célebre cena das três bruxas. Esse dado sobrenatural,na expressão do diretor,é um dos pontos de interesse da peça hoje:
— Vivemos em um mundo de pragmatismo, em que não há mais espaço para divagações esotéricas,místicas. Isso é um desafio para um ator que tem de compor um personagem que se apresenta como bruxa,por exemplo. Que voz utilizará? Que maneira de andar?
Assim como fez na elogiada montagem de Romeu e Julieta, com o Grupo Galpão, Villela busca, em Macbeth, uma dimensão poética do texto de Shakespeare, uma maneira de se distanciar do academicismo.
— A academia costuma dar muito palpite na criação. O teatro de Shakespeare não é de tese, mas de poesia — diz o diretor. — A academia está muito chata. Estou falando
da realidade de São Paulo e do Rio,não sei como é a relação da academia com o teatro em Porto Alegre.
Foram cerca de três meses de ensaio, segundo o ator Marcello Antony. Ele observa que a ambição é o grande tema do texto,motivo da ruína de Macbeth:
— Fizemos um trabalho profundo de entendimento da peça. Foi assim que criei os alicerces para o personagem. Macbeth é picado pelo mosquito da ambição,a mulher o instiga e não segura a onda. Mas ele vai em frente, atropelando tudo.Sabe que se dará mal,mas vai até o fim.
Com tradução de Marcos Daud,a produção busca um meio-termo entre o rebuscado e o coloquial.
— Começamos os ensaios com traduções de Barbara Heliodora e Manuel Bandeira, muito poéticas — lembra Antony. — Mas, na hora de levar para cena, não encaixaram na nossa embocadura.A do Marcos é apropriada para chegar à plateia sem perder a poesia de Shakespeare.
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/cultura-e-lazer/segundo-caderno/noticia/2012/11/marcello-antony-estrela-montagem-de-macbeth-que-estara-em-cartaz-na-capital-3959377.html
SEGUNDO CADERNO
Foto: João Caldas / Divulgação
Fábio Prikladnicki
fabio.pri@zerohora.com.br
Uma das tragédias mais encenadas de Shakespeare, Macbeth foi escrita no início do século 17, quando mulheres não podiam representar — os papéis femininos cabiam a homens.
Por vicissitudes do processo criativo, a versão do diretor Gabriel Villela, que estará em cartaz de sexta a domingo, no Theatro São Pedro, em Porto Alegre, investe em oito atores homens que interpretam cerca de 20 papéis.
A escolha se deu, em parte, pela impossibilidade de Ana Paula Arósio participar da montagem,como explica Villela:
— Naquele instante, já estávamos fazendo workshops, e o Claudio (Fontana, ator) apresentou um trabalho maravilhoso sobre a presença física do feminino composta por homens. Acabou ficando uma coisa estranha,misteriosa.
Coube a Fontana o papel de Lady Macbeth, a mulher que estimula o protagonista vivido — por Marcello Antony — em sua escalada sangrenta ao poder. Não é a história de um homem essencialmente mal; antes, é um ensaio sobre como a virtude de um general é progressivamente maculada pela ambição. Macbeth é capaz de sentir dúvida, mas a certa altura não consegue evitar a série de crueldades em busca do trono. A profecia de que Macbeth se tornará rei é conhecida na célebre cena das três bruxas. Esse dado sobrenatural,na expressão do diretor,é um dos pontos de interesse da peça hoje:
— Vivemos em um mundo de pragmatismo, em que não há mais espaço para divagações esotéricas,místicas. Isso é um desafio para um ator que tem de compor um personagem que se apresenta como bruxa,por exemplo. Que voz utilizará? Que maneira de andar?
Assim como fez na elogiada montagem de Romeu e Julieta, com o Grupo Galpão, Villela busca, em Macbeth, uma dimensão poética do texto de Shakespeare, uma maneira de se distanciar do academicismo.
— A academia costuma dar muito palpite na criação. O teatro de Shakespeare não é de tese, mas de poesia — diz o diretor. — A academia está muito chata. Estou falando
da realidade de São Paulo e do Rio,não sei como é a relação da academia com o teatro em Porto Alegre.
Foram cerca de três meses de ensaio, segundo o ator Marcello Antony. Ele observa que a ambição é o grande tema do texto,motivo da ruína de Macbeth:
— Fizemos um trabalho profundo de entendimento da peça. Foi assim que criei os alicerces para o personagem. Macbeth é picado pelo mosquito da ambição,a mulher o instiga e não segura a onda. Mas ele vai em frente, atropelando tudo.Sabe que se dará mal,mas vai até o fim.
Com tradução de Marcos Daud,a produção busca um meio-termo entre o rebuscado e o coloquial.
— Começamos os ensaios com traduções de Barbara Heliodora e Manuel Bandeira, muito poéticas — lembra Antony. — Mas, na hora de levar para cena, não encaixaram na nossa embocadura.A do Marcos é apropriada para chegar à plateia sem perder a poesia de Shakespeare.
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/cultura-e-lazer/segundo-caderno/noticia/2012/11/marcello-antony-estrela-montagem-de-macbeth-que-estara-em-cartaz-na-capital-3959377.html
SEGUNDO CADERNO
SHAKESPEARE
Macbeth, com Marcello Antony e Claudio Fontana, é encenada no Recife
O Teatro de Santa Isabel recebe três apresentações da peça dirigida por Gabriel Villela (MG)
Publicado em 14/11/2012, às 06h00
Eugênia Bezerra
Galeria de imagens
Impulsionado pela própria ambição e instigado pela esposa, um homem mata o rei da Escócia para tomar a coroa dele. A história é contada em Macbeth, terceira obra de Shakespeare escolhida pelo diretor Gabriel Villela (MG) para criar um espetáculo teatral. Os atores Marcello Antony (RJ) e Claudio Fontana (SP) interpretam o casal. A peça é apresentada de sexta (16/11) a domingo (18/11), no Teatro de Santa Isabel.
No projeto inicial, Ana Paula Arósio seria a Lady Macbeth, mas ela não pôde participar. Com a mudança, o elenco foi constituído como na época de Shakespeare. "Um elenco só de homens não é achado nenhum para o teatro contemporâneo. Mas, para nós, foi um achado importante porque transformamos a dificuldade em solução. Achei no Claudio a figura de uma Lady Macbeth como máquina teatral, uma personagem movida pelos desejos. Ela é sanguínea. E Claudio criou uma boa parceria com Marcello, desde o começo, no sentido de trazer o lado primitivo da guerra interna e até mesmo do embate físico", afirma o diretor.
"Além de falar da ambição, a peça fala da força da mulher e, neste caso específico, até da força do mal. Ela é uma personagem que mexe com uma energia muito negativa, foi um desafio para mim. Uma das formas que a gente encontrou foi não fazer uma mulher mas, ao contrário, encarnar o mal. Ela é uma figura híbrida, você não identifica muito o sexo dela", explica Claudio.
"Usamos também a referência das gueixas. Essa Lady, apesar de trabalhar a delicadeza do movimento, fala coisas horrorosas. Há um contraponto da suavidade, leveza, com a maldade, as coisas terríveis que ela fala. Isso criou uma personagem fascinante. O espetáculo do Gabriel é muito poético, muito metafórico", completa o ator.
A matéria completa está no Caderno C desta quarta-feira (14/11), no Jornal do Commercio.
http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cultura/artes-cenicas/noticia/2012/11/14/macbeth-com-marcello-antony-e-claudio-fontana-e-encenada-no-recife-63541.php
http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cultura/artes-cenicas/noticia/2012/11/14/macbeth-com-marcello-antony-e-claudio-fontana-e-encenada-no-recife-63541.php
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Impulsionado pela própria ambição e instigado pela esposa, um homem mata o rei da Escócia para tomar a coroa dele. A história é contada em Macbeth, terceira obra de Shakespeare escolhida pelo diretor Gabriel Villela (MG) para criar um espetáculo teatral. Os atores Marcello Antony (RJ) e Claudio Fontana (SP) interpretam o casal. A peça é apresentada de sexta (16/11) a domingo (18/11), no Teatro de Santa Isabel.
No projeto inicial, Ana Paula Arósio seria a Lady Macbeth, mas ela não pôde participar. Com a mudança, o elenco foi constituído como na época de Shakespeare. "Um elenco só de homens não é achado nenhum para o teatro contemporâneo. Mas, para nós, foi um achado importante porque transformamos a dificuldade em solução. Achei no Claudio a figura de uma Lady Macbeth como máquina teatral, uma personagem movida pelos desejos. Ela é sanguínea. E Claudio criou uma boa parceria com Marcello, desde o começo, no sentido de trazer o lado primitivo da guerra interna e até mesmo do embate físico", afirma o diretor.
"Além de falar da ambição, a peça fala da força da mulher e, neste caso específico, até da força do mal. Ela é uma personagem que mexe com uma energia muito negativa, foi um desafio para mim. Uma das formas que a gente encontrou foi não fazer uma mulher mas, ao contrário, encarnar o mal. Ela é uma figura híbrida, você não identifica muito o sexo dela", explica Claudio.
"Usamos também a referência das gueixas. Essa Lady, apesar de trabalhar a delicadeza do movimento, fala coisas horrorosas. Há um contraponto da suavidade, leveza, com a maldade, as coisas terríveis que ela fala. Isso criou uma personagem fascinante. O espetáculo do Gabriel é muito poético, muito metafórico", completa o ator.
A matéria completa está no Caderno C desta quarta-feira (14/11), no Jornal do Commercio.
http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cultura/artes-cenicas/noticia/2012/11/14/macbeth-com-marcello-antony-e-claudio-fontana-e-encenada-no-recife-63541.php
http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cultura/artes-cenicas/noticia/2012/11/14/macbeth-com-marcello-antony-e-claudio-fontana-e-encenada-no-recife-63541.php
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Debates Vivo EnCena traz Claudio Fontana e o universo Shakesperiano para a pauta
Por Bruna Paulin21 de novembro de 2012Claudio Fontana Expedito Araujo Macbeth Theatro São Pedro Vivo EnCena
Após estimular a reflexão sobre a humor na contemporaneidade, a iniciativa traz o ator e produtor Claudio Fontana para o Debates Vivo EnCena: A Arte Popular no Universo Shakesperiano, como tema de discussão no dia 24 de novembro, com entrada franca
O Programa Cultural Vivo EnCena traz a Porto Alegre mais uma edição dos Debates Vivo EnCena na cidade, tendo como convidado o ator e produtor Claudio Fontana. Com mediação de Expedito Araujo, curador do Programa Vivo EnCena e pesquisador em gestão cultural, a discussão tem entrada franca e é baseada na relação da arte popular que integra e que se revela no universo de muitas obras de Shakespeare, tendo como ponto de partida a montagem de “Macbeth”, em cartaz na cidade, nos dias 23, 24 e 25 de novembro.
O teatro exerce importante influência nos movimentos culturais de uma cidade, e, desta forma, o Debates Vivo EnCena: A Arte Popular no Universo Skakesperiano pretende ampliar o olhar sobre as performances do cotidiano, descobrir as possibilidades de (re)significação a partir dos discursos dos convidados e refletir sobre o papel da arte em contextos específicos. De acordo com Expedito Araujo, o projeto exerce um papel fundamental que ultrapassa os limites dos palcos: “Em pauta está também o desejo de conhecer um pouco mais sobre o que está sendo feito em todas as regiões do país, como também vocações de determinadas regiões como espaços referenciais de compartilhamento e trocas artísticas a partir de projetos próprios que vão além do espetáculo” explica Araujo. “Sobretudo em Porto Alegre, onde o programa tem tido presença constante buscando se relacionar com os grupos locais, mesmo que ainda em estágio inicial. Teremos como convidado Claudio Fontana, ator do espetáculo “Macbeth”, que tem de direção de Gabriel Villela, mestre em trazer a arte popular para dentro da cena com o poder de comunicar e encantar àqueles que assistem suas criações. Com certeza será um debate primoroso, pois verticalizar este lugar no universo de Shakespeare, e que tanto se revela em Macbeth, é muito instigante” conclui.
A ação tem como objetivo a formação de plateia e de espectadores mais qualificada e também uma reflexão sobre o acesso ao conhecimento a partir das artes cênicas, já que o projeto sempre dialoga com um espetáculo do Programa Vivo EnCena, de forma continuada. No debate, o diálogo surge a partir da montagem de “Macbeth”, direção de Gabriel Villela.
Por meio de palestras e mesas redondas, o projeto Debates Vivo EnCena estimula o acesso ao conhecimento, reflexão e transformação a partir das inúmeras facetas relacionadas às artes cênicas. Dessa forma, em Porto Alegre, coloca em debate o tema A Arte Popular no Universo Shakesperiano. Oencontro acontece no dia 24 de novembro, às 16h, com entrada franca no Café do Teatro, do Theatro São Pedro.
O Debates Vivo EnCena é uma oportunidade especial de o programa inserir a discussão sobre cultura e teatro dentro do cenário artístico atual, a partir de uma mostra singular e cada vez mais precursora para o público.
Sobre Claudio Fontana
Claudio Fontana é ator e produtor teatral. Fez seis anos de teatro amador em São Paulo no Esporte Clube Pinheiros e iniciou sua carreira profissional no teatro, em 1990 em “VEM BUSCAR-ME QUE AINDA SOU TEU”, de C. A. Soffredini, direção de Gabriel Villela, espetáculo que lhe rendeu o Prêmio APETESP de Revelação. A partir de então, alternou trabalhos em TV, teatro e cinema. Em teatro, destacam-se “MACBETH” (onde interpreta LADY MACBETH) e “ADIVINHE QUEM VEM PARA REZAR”, onde contracenou com PAULO AUTRAN; “PÓLVORA E POESIA”, “A PONTE E A ÁGUA DE PISCINA”, “FELIZ ANO VELHO” e “TRAÇAS DA PAIXÃO”, de Alcides Nogueira; “PÉROLA”, de Mauro Rasi e “ANDAIME”, de Sergio Roveri. Sob a direção de Gabriel Villela, “MARY STUART”, de Schiller, “A GUERRA SANTA”, de Luis Alberto de Abreu e “CALÍGULA”, de A. Camus (2010). Foi dirigido por Marcio Aurélio, Enrique Diaz, Elias Andreato, Mauro Rasi, José Possi Neto e Fernando Guerreiro. Na TV, gravou “REI DAVI”, minissérie na TV RECORD, onde interpretou JONATAS, “CIRANDA DE PEDRA”, “AMERICA”, a minissérie “UM SÓ CORAÇÃO”, “SEUS OLHOS”, “FERA FERIDA”, “AS PUPILAS DO SR. REITOR”, “DEUS NOS ACUDA”, “O AMOR ESTÁ NO AR”, entre outras. No cinema, fez “I HATE SÃO PAULO”, longa que participou da Mostra Internacional de São Paulo de 2003, e “ZICO, O FILME”, sobre a vida do ex-jogador. Estreou como produtor teatral de espetáculos em “UMA COISA MUITO LOUCA”, de Flávio de Souza. Em 2001, produziu e atuou em “PÓLVORA E POESIA”, de Alcides Nogueira, espetáculo vencedor de três Prêmios Shell, com o apoio do Prêmio Flávio Rangel da Secretaria de Estado da Cultura. Em 2002/2003, produziu e atuou em “A PONTE E A ÁGUA DE PISCINA”, com a atriz Walderez de Barros. Em 2005/2006, atuou e produziu “ADIVINHE QUEM VEM PARA REZAR”, com Paulo Autran, direção de Elias Andreato. Em 2007/8, produziu e atuou em “ANDAIME”, com Cássio Scapin. Em 2008, produziu POR UM FIO, de Drauzio Varella, com Regina Braga e Rodolfo Vaz. Em 2008/09/10 atuou e produziu “CALÍGULA”, com Thiago Lacerda e VESTIDO DE NOIVA, com Leandra Leal e Marcello Antony. Em 2011, produziu “CRÔNICA DA CASA ASSASSINADA”, de Dib Carneiro Neto, ESPETÁCULO VENCEDOR DO PRÊMIO CONTIGO DE MELHOR DRAMA baseado no livro de Lucio Cardoso, com Xuxa Lopes e “MOZART APAGA A LUZ”, infantil de Christine Rohrig sobre a vida do compositor austríaco e ainda HÉCUBA, de Eurípides, com a atriz Walderez de Barros. Em 2012, produz “MACBETH”, com Marcello Antony, direção de Gabriel Villela, e “HAMLET”, com Thiago Lacerda, direção de Ron Daniels.
Sobre Expedito Araujo
Curador do programa cultural Vivo EnCena, pesquisador na área de gestão cultural, com formação em artes cênicas e ciências sociais, tem mais de 10 anos de experiência na área de gestão no setor público. Destaca-se por sua atuação no processo de elaboração de diretrizes do “Projeto Bando a Parte”, do Teatrão, de Coimbra, em Portugal. Autor do livro “Núcleo Vocacional, Criação e Trajetória” (Editora SMC-SP/ 2008) e de artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais.
Sobre o Vivo EnCena
Programa cultural para as artes cênicas, o Vivo EnCena estimula a conexão de projetos e promove o intercâmbio de pessoas em diferentes estágios de suas carreiras. A ideia é pensar o teatro além do espetáculo e, dessa forma, estabelecer ações voltadas para difusão, circulação, mobilização e formação por todo País, compartilhando histórias inspiradoras, conceitos inovadores e ações transformadoras no âmbito das artes cênicas.
O Vivo EnCena é realizado há dois anos em 18 estados brasileiros. Já patrocinou mais de 50 projetos continuados, além de realizar ações próprias e, também, a curadoria do Teatro Vivo e do Grande Auditório do MASP, situados na capital paulista. O programa utiliza o teatro como ferramenta viva de acesso, reflexão, inclusão, autonomia e transformação com o intuito de favorecer os resultados positivos sobre a trajetória e sustentabilidade de todos.
Debates Vivo EnCena: A Arte Popular no Universo Shakesperiano, com Claudio Fontana e mediação de Expedito Araujo
24 de novembro, sábado, às 16h
Café do Teatro – Theatro São Pedro
Entrada Franca (Entrada 30min antes do horário de início do Debates)
Mais informações: Twitter @vivoencena e facebook vivoencenaII
http://brunapaulin.com/2012/11/21/debates-vivo-encena-traz-claudio-fontana-e-o-universo-shakesperiano-para-a-pauta/
MACBETH (RJ)
De 23 a 25 de Novembro
Theatro São Pedro
A nova montagem do diretor Gabriel Villela, Macbeth, estreia em Porto Alegre no dia 23 de Novembro e segue até o dia 25, no Theatro São Pedro.
A versão do clássico de Shakespeare apresenta a história do ambicioso Macbeth (Marcello Antony), que com a ajuda da mulher, Lady Macbeth (Claudio Fontana), elabora um plano para assumir o trono. A ânsia pelo poder leva Macbeth e sua esposa a cometerem atrocidades.
Ficha técnica:
Tradução - Marcos Daud. Colaboração - Fernando Nuno. Direção e adaptação - Gabriel Villela. Assistência de Direção - César Augusto, Ivan Andrade e Rodrigo Audi. Figurinos - Gabriel Villela e Shicó do Mamulengo. Cenografia - Marcio Vinicius. Iluminação- Wagner Freire. Antropologia da voz- Francesca Della Monica. Direção de texto -Babaya. Musicalidade da cena - Ernani Maletta. Trilha Sonora - Gabriel Villela. Direção de Movimento - Ricardo Rizzo. Adereços- Shicó do Mamulengo e Veluma Pereira
http://escapeteatro.blogspot.com.br/2012/11/macbeth-rj.html
De 23 a 25 de Novembro
Theatro São Pedro
A nova montagem do diretor Gabriel Villela, Macbeth, estreia em Porto Alegre no dia 23 de Novembro e segue até o dia 25, no Theatro São Pedro.
A versão do clássico de Shakespeare apresenta a história do ambicioso Macbeth (Marcello Antony), que com a ajuda da mulher, Lady Macbeth (Claudio Fontana), elabora um plano para assumir o trono. A ânsia pelo poder leva Macbeth e sua esposa a cometerem atrocidades.
Ficha técnica:
Tradução - Marcos Daud. Colaboração - Fernando Nuno. Direção e adaptação - Gabriel Villela. Assistência de Direção - César Augusto, Ivan Andrade e Rodrigo Audi. Figurinos - Gabriel Villela e Shicó do Mamulengo. Cenografia - Marcio Vinicius. Iluminação- Wagner Freire. Antropologia da voz- Francesca Della Monica. Direção de texto -Babaya. Musicalidade da cena - Ernani Maletta. Trilha Sonora - Gabriel Villela. Direção de Movimento - Ricardo Rizzo. Adereços- Shicó do Mamulengo e Veluma Pereira
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