segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

rupo Galpão se apresenta em Caxias neste sábado Publicado por Laudir on dez 12th, 2012 arquivado em Cultura, Teatro. Você pode acompanhar os comentários se cadastrando RSS 2.0. Você pode deixar um comentário aqui A apresentação ocorre no dia 15 de dezembro, às 19h30min, no estacionamento do Centro Administrativo; Foto Glenio Campregher Caxias do Sul – A Sala de Ensaio Promoções e Eventos e a Prefeitura de Caxias do Sul apresentam o projeto “Teatro Na Rua”, no dia 15 de dezembro, com a peça Romeu e Julieta do renomado grupo mineiro Galpão. Com a direção de Gabriel Villela, o elenco apresenta-se às 19h30min no estacionamento do Centro Administrativo, com entrada franca. A peça, que é uma adaptação do texto de Willian Shakespeare, já foi assistida por mais de 200 mil pessoas em todo o mundo. Apresentada na rua, os atores colocam o trágico casal em um cotidiano inspirado em Guimarães Rosa e no sertão mineiro. Com toques do circo/teatro de Gabriel Villela, a peça ficou consagrada em território nacional e no exterior, tendo visitado mais de 60 cidades brasileiras e nove países estrangeiros. “Esta é a última apresentação do espetáculo no Brasil, é instigante conferir a peça que foi um marco do teatro brasileiro e já rodou o mundo”, explica Davi de Souza, um dos realizadores do Projeto. Romeu e Julieta; Foto Guto Muniz Também no dia 15, acontece workshop falando da trajetória do Grupo Galpão, sendo apresentado pelos integrantes do grupo mineiro, das 09h30min às 12h, no Anfiteatro da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul. Sinopse: Em comemoração aos seus 30 anos, o Grupo Galpão remonta seu espetáculo mais conhecido – a adaptação de Romeu & Julieta de William Shakespeare. Ao atualizar o sentido da maior história de amor da humanidade, Gabriel Villela e o Galpão transpõem a tragédia de dois jovens apaixonados para o contexto da cultura popular brasileira, evocada por elementos presentes no cenário, nos adereços, na música e na figura do narrador, que rege toda a peça com uma linguagem inspirada em Guimarães Rosa e no sertão mineiro. Nos anos 90, a montagem foi um marco do teatro brasileiro, com mais de 250 apresentações em 10 países, tendo sido consagrada no Shakespeare Globe Theatre, em Londres. Gênero: Tragédia Duração: 90 minutos Classificação: livre Serviço: O quê: Apresentação da peça Romeu e Julieta do grupo mineiro Galpão Quando: 15 de dezembro, às 19h30min Onde: Estacionamento da Prefeitura de Caxias do Sul Ingressos: Entrada franca http://www.jornalpontoinicial.com.br/?p=29145
Teatro15/12/2012 | 07h21 Grupo Galpão encerra turnê nacional este sábado, em Caxias Mineiros apresentam a peça 'Romeu e Julieta' Comentar0CorrigirImprimirDiminuir fonteAumentar fonte Peça apresenta uma versão abrasileirada do clássico de Shakespeare Foto: Glenio Campregher, divulgação Neste sábado, às 19h30min, os mineiros do Grupo Galpão fazem a última apresentação nacional da peça Romeu e Julieta em Caxias do Sul, no estacionamento da prefeitura. Confira imagens da peça: O clássico de Shakespeare que, em versão pra lá de abrasileirada, tem arrebatado o público há duas décadas e já esteve por aqui em 1995. A apresentação ao ar livre é aberta ao público e gratuita. PIONEIRO Comentar0CorrigirImprimir variedadesRomeu e JulietaDestaque A+grupo Galpão SAIBA MAIS Vídeo: confira imagens da montagem Romeu e Julieta do Grupo Galpão. A peça tem 20 anos e foi a única a ocupar o Globe Theatre, em Londres, onde Shakespeare construiu sua trajetória. Os atores se apresentam em Caxias neste sábado. http://pioneiro.clicrbs.com.br/rs/cultura-e-tendencias/almanaque/noticia/2012/12/grupo-galpao-encerra-turne-nacional-este-sabado-em-caxias-3982439.html O clássico de Shakespeare que, em versão pra lá de abrasileirada, tem arrebatado o público há duas décadas e já esteve por aqui em 1995. A apresentação ao ar livre é aberta ao público e gratuita. PIONEIRO Comentar0CorrigirImprimir
Seção : Teatro - 27/12/2012 08:08 Retrospectiva 2012 - Artes Cênicas Shakespeare para o povo: a volta de Romeu e Julieta à Praça do Papa reuniu 12 mil espectadores http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_11/2012/12/27/ficha_teatro/id_sessao=11&id_noticia=61821/ficha_teatro.shtml O diálogo de linguagens chamou a atenção nos palcos de Belo Horizonte. FIT levou o cinema para o teatro, dança invadiu as ruas da capital mineira e jovens atores apostaram na internet Comentários Compartilhe:Share on facebook Share on twitter Share on orkut More Sharing Services 2 Carolina Braga - EM Cultura Shakespeare para o povo: a volta de Romeu e Julieta à Praça do Papa reuniu 12 mil espectadores Alguns flertaram com a literatura, outros com o cinema. Até a internet conquistou seu espaço nos palcos. Os limites das artes cênicas ficaram mais flexíveis em 2012. No ano em que a população de BH renovou seus votos de apoio ao sempre saudado Festival Internacional de Teatro Palco e Rua (FIT), a agenda se mostrou saudavelmente diversificada. Por outro lado, a reabertura de espaços importantes para a capital, como os teatros Francisco Nunes e Clara Nunes, continua no campo das promessas. Até quando?. Musicais made in Minas foram novidade nesta temporada. O Grupo Tambor Mineiro lapidou sua pesquisa sobre a tradição afro em Galanga Chico Rei. Maurício Tizumba e seus companheiros da Cia Burlantins celebraram a negritude na montagem Oratório, a saga de dom Quixote e Sancho Pança, inspirada no clássico de Cervantes. Conhecido pela direção de peças infantis, Fernando Bustamante pela primeira vez dedicou um trabalho ao público adulto: Eu não sou cachorro não – Um musical brega. A circulação de montagens de fora do estado por aqui bateu recorde em 2012. Apenas o projeto Teatro em movimento trouxe 20 produções nacionais a BH, oito a mais que no ano passado. Outro reforço importante foi a chegada do programa Palco giratório ao Sesc Palladium. Na seara erudita, a Fundação Clóvis Salgado produziu três óperas: Tosca, A viúva alegre e Madame Butterfly, que ganhou encenação ousada no jardim japonês do zoológico de BH. Aos 81 anos, Wilma Henriques voltou aos palcos em Dama desnuda, espetáculo inspirado em A malvada, clássico do cinema. A criação de jovens autores, por sua vez, encontrou acolhida no projeto Janela de dramaturgia, que chamou a atenção para a produção contemporânea. ANIVERSÁRIOS Nos 30 anos do Grupo Galpão, o público foi presenteado com a remontagem de Romeu e Julieta, que atraiu cerca de 12 mil pessoas à Praça do Papa – local da estreia do espetáculo, em 1992. Outras comemorações: os 35 anos do Grupo Officina Multimédia; os 30 do Primeiro Ato; os 20 do Movimento Teatro de Grupo; os 10 da ZAP 18 e da Companhia Clara. Quatroloscinco festejou cinco anos de estrada. Destacaram-se, ainda, as homenagens ao centenário de nascimento de Nelson Rodrigues, o maior dramaturgo brasileiro. FESTIVAIS A fronteira do teatro com outras linguagens ficou em foco na 11ª edição do FIT. Foram 19 espetáculos internacionais, 12 brasileiros e 10 locais apresentados na cidade. Destacou-se a interpretação de Dani Barros em Estamira – Beira do mundo, adaptação do documentário de Marcos Prado. Chamaram a atenção duas montagens hiper-realistas apresentadas pelo grupo colombiano La maldita vanidad – Los autores materiales e El autor intelectual –, comprovando a consistência da pesquisa cênica da companhia, que tem apenas três anos. Se o FIT ofereceu programação vasta e equilibrada, 2012 foi marcado pela lacuna deixada pelo Festival Internacional de Teatro de Bonecos. INTERNACIONAL O teatro mineiro deu passos importantes no exterior. Convidado das Olimpíadas Culturais, o Grupo Galpão levou Romeu e Julieta para o Globe Theater, a cultuada réplica do teatro construído por Shakespeare em Londres. Os atores da Cia. Luna Lunera iniciaram na Dinamarca a preparação de Prazer, espetáculo que estreou em novembro em São Paulo. Além da temporada em Montevidéu e Buenos Aires, o Espanca! apresentou em BH O líquido tátil, peça dirigida pelo argentino Daniel Veronese. DANÇA Festivais de dança foram importantes plataformas de lançamento de propostas estéticas. Focado em intervenções na cidade, o Horizontes urbanos serviu como “palco” de estreia de Parada 7, primeira montagem de rua da Cia. Mário Nascimento. O Fórum Internacional de Dança (FID), com o tema “Seguindo em frente contra a corrente”, destacou novos trabalhos mineiros como Quadro negro, da Suspensa Cia. de Dança; Solo(s), de Izabel Stewart e Tana Guimarães; e De nós dois. Só, da Quik Cia de Dança. Inspirado nos universos de Guimarães Rosa e Milton Nascimento, o Primeiro Ato celebrou seus 30 anos com Pó de nuvens, coreografia da brasileira Denise Namura e do alemão Michael Bugdahn. OUSADIA No ano em que o Teatro Universitário da UFMG completou seis décadas, a nova geração de atores da cidade ofereceu instigante safra de espetáculos de formatura. A obra do escritor Marcelino Freire inspirou Pequenos romances, do TU. Alunos do Centro de Formação Artística do Palácio das Artes testaram as fronteiras do real e do virtual em Play me. Transmitida pela internet, a peça tem dramaturgia dependente da interferência do público. Com texto de Jô Bilac e direção de Rita Clemente, Delírio & Vertigem, com atores do Oficinão do Grupo Galpão, é bom exemplo de trabalho consistente.
As melhores peças de teatro de 2012 Extraído de: diarionline.entretenimento 38 horas atrás -------------------------------------------------------------------------------- Confira uma retrospectiva com as principais peças que passaram pelos teatros de São Paulo durante o ano 2012 chega ao fim e encerramos o ano com ótimas peças de teatro que ocuparam os palcos paulistanos durante o ano. Tivemos montagens de grandes espetáculos musicais como A Família Addams, um sucesso de bilheteria, e dramas clássicos como Hamlet, com Thiago Lacerda. >> Corteo é o novo espetáculo do Cirque du Soliel no Brasil em 2013>> Confira as estreias do teatro em SP >> Os filmes que você precisa ver antes do fim do mundo Confira abaixo a seleção do Guia da Semana com as melhores peças que estrearam em São Paulo em 2012! A Família Addams Um dos grandes sucessos de bilheteria do ano, o musical da Broadway com a clássica história da Família Addams trouxe Marisa Orth e Daniel Boaventura como o casal Mortícia e Gomez. O Brasil foi o primeiro país fora dos Estados Unidos a fazer uma montagem da peça. Hamlet Com texto de William Shakespeare, a adaptação de Ron Daniels foi uma das grandes empreitadas da carreira do ator Thiago Lacerda. A peça focou em uma boa leitura do drama do príncipe dinamarquês tornando-o mais acessível ao grande público. Maria do Caritó Depois do sucesso no Rio de Janeiro, Maria do Caritó chegou aos palcos de São Paulo pela primeira vez em abril. Com um texto escrito por Newton Moreno exclusivamente para Lilia Cabral, a peça mostrou costumes e crendices da cultura brasileira por meio de uma personagem solteirona beirando os 50 mas decidida a se casar. Tim Maia - Vale Tudo, o musical Mais um espetáculo que fez sucesso no Rio de Janeiro e que estreou em São Paulo. O musical baseado na vida e obra do mestre Tim Maia revelou o talento do ator Thiago Abravanel. Com direção de João Fonseca, a peça contou com mais de 20 sucessos de Tim Maia e com situações divertidas de sua vida. Priscilla, rainha do deserto Espetáculo da Broadway baseado no filme que foi sucesso nos anos 90, Priscilla, a rainha do deserto reuniu nos palcos paulistanos os atores Saulo Vasconcelos, Luciano Andrey, Simone Gutierrez, Naíma, Andrezza Massei e o jovem talento André Torquato. Um Violinista no Telhado Espetáculo que marcou a estréia de José Mayer no gênero musical, Um Violonista no Telhado estreou em São Paulo após grande sucesso no Rio de Janeiro. Com direção de Charles Möeller e Claudio Botelho, famosos pela megaprodução Hair, a peça mostrou os costumes de um vilarejo judeu na Rússia czarista. Camille e Rodin Melissa Vettore e Leopoldo Pacheco interpretaram os escultores franceses Camille Claudel e Auguste Rodin na peça dirigida por Elias Andreato e escrita por Franz Keppler. No espetáculo, os atores deram vida à trágica história de amor do casal de artistas. Macbeth Em mais um texto de William Shakespeare, dessa vez protagonizado pelos atores Marcello Anthony e Claudio Fontana, que vive a mulher Lady Macbeth, a peça dirigida por Gabriel Villela resgatou o costume de manter apenas homens nos palcos. Com oito atores no elenco - o original tem 20-, a adaptação trouxe mais uma boa e acessível leitura do autor inglês.
A comicidade dentro da tragédia Peças de Samuel Beckett e Shakespeare revelam mistura de gêneros, com o humor permeando a tragédia humana e vice-versa 2 Publicado em 08/12/2012 | HELENA CARNIERI Fale conosco Comunicar erros RSSImprimirEnviar por emailReceba notícias pelo celularReceba boletinsAumentar letraDiminuir letra “Fazer rir é mais difícil do que fazer chorar.” A máxima, utilizada por gente de teatro ligada à comédia, soa curiosa porque o gênero recebia valor menor entre os primeiros dramaturgos e encenadores, na Grécia Antiga. E não é raro também hoje o cômico ser desvalorizado em comparação com “peças sérias”. O G Ideias deste sábado investiga a seguir essa contradição, a partir da experiência de encenadores e pesquisadores. “Vejo na comédia os dois lados. Ela só existe por conta da tragédia”, defende o diretor e ator Mauro Zanatta. “Para entendê-la é preciso transitar pela tragédia, e ela sempre envolve a desgraça de alguém, o preconceito contra o outro.” Ampliar imagem “Vejo na comédia os dois lados. Ela só existe por conta da tragédia. Para entendê-la é preciso transitar pela tragédia, e ela sempre envolve a desgraça de alguém, o preconceito contra o outro.” Mauro Zanatta, diretor e ator Curiosidade O contexto histórico pode “deslocar” um espetáculo entre diferentes gêneros. O Mercador de Veneza, escrito por Shakespeare nos últimos anos do século 16, funcionava como uma comédia até o Holocausto, quando a fábula em o mesquinho Shylock, judeu, exige um pedaço da carne de um devedor que não honrou sua dívida, depois vê o jogo virar contra ele e é salvo pela graça da nobre Pórcia. Após os horrores da Segunda Guerra, a trama passou a ser considerada ofensiva e antissemita. Público de stand-up em Curitiba é mais exigente A julgar pela fama de conservador que o curitibano nutre, era de se imaginar que, por aqui, o show de humor, escrachado por definição, sofresse restrições. Não é assim, conforme conta Joca Madalosso, sócio-proprietário do bar Curitiba Comedy Club, que há quase três anos chama público com apresentações de stand-up. Pelo contrário, diz, aqui é onde os comediantes testam suas piadas novas. Se der certo, dará certo em qualquer cidade do país. “Quem vem sabe que é tudo piada. É raro reclamarem”, diz. As críticas contra os shows de humor pegaram fogo depois que o ex-CQC Rafinha Bastos pegou pesado com o tema do estupro e irritou a cantora Wanessa Camargo. Os limites do humor são o tema do documentário O Riso dos Outros, de Pedro Arantes, que nesta semana rodou as redes sociais. Assista Veja o documentário O Riso dos Outros, de Pedro Arantes. Saiba mais “A ditadura parou a dramaturgia brasileira” “Bom teatro é lugar raro, seja na comédia, no drama ou no épico” Um exemplo dessa união, citado pelo ator Otávio Linhares (em cartaz com o monólogo Saliva), é Esperando Godot, de Samuel Beckett, visto por muitos como um grito melancólico a respeito da condição humana, no contexto do pós-guerra. “É como Fim de Partida. São peças geniais e são comédias, não tragédias. Beckett defendia o clown, e via nele a tragédia do homem”, diz Linhares. Coincidentemente, foi Esperando Godot o ponto máximo da carreira de Zanatta – na opinião do próprio, que estreou sua versão da peça em 2008 ao lado de Rosana Stavis. “Em meio à dramaturgia cômica, Beckett colocava sua crítica política”, opina Linhares. Unem-se, portanto, o “cômico” e o “sério”, e outro excelente exemplo é Shakespeare. O próprio Hamlet, protagonista da peça considerada por muitos como a tragédia máxima do autor, já foi lido como um clown, menos melancólico do que jocoso, graças às tiradas que faz em meio à angústia dos solilóquios, fingindo-se de louco. Talvez inspirado nessa multiplicidade do texto shakespeariano, o encenador Gabriel Villela vem extraindo humor de personagens como Ricardo III e até das três fantasmagóricas irmãs de Macbeth. No caso do primeiro, o tratamento despudorado e jocoso dado a uma tragédia baseada num rei sanguinário em Sua Incelença, Ricardo III chocou parte da crítica. Estudiosa do bardo, a professora de Literatura da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Liana Leão aprovou o resultado. “É uma tropicalização de Shakespeare. Recicla o texto, mistura arte popular, faz paralelismos entre a figura medieval e o cangaço brasileiro.” O grupo potiguar Clowns de Shakespeare, que estreou a montagem no Festival de Curitiba de 2011, entregou-se à chanchada por inteiro – um dos requisitos apontados pelos especialistas para provocar o riso. Exposição pessoal “A comédia exige um grau de exposição pessoal muito grande do comediante. Ela só funciona quando existe uma comunicação direta com o público. E se o ator está resguardado, cuidadoso, não consegue provocar o riso”, explica Zanatta. Como comparação, na tragédia seria possível “trabalhar sozinho”, sem essa resposta da plateia. Nos 18 anos em que manteve sua escola de atores cômicos, Zanatta percebeu o quanto o comediante se vale de seus próprios conteúdos para se comunicar. E só vai adiante quem lida bem com essa exposição. Um exemplo recente de espetáculo trazido à capital paranaense com essa carga é Minha Mãe É uma Peça, em que o ator Paulo Gustavo se valeu de trejeitos e histórias da mãe para homenageá-la. Para liberar os atores de suas travas, Zanatta buscou “resgatar uma atividade da vida que é o jogo. Pelo racionalismo, acabamos perdendo a capacidade de jogar, que é um elemento não racional”, conta. A partir de brincadeiras como o improviso, ele conta ter visto surgirem questões pessoais dos atores que precisavam ser trabalhadas, como o medo do ridículo e as “máscaras” por trás das quais o artista se esconde. O jogo tem servido de instrumento para muitos outros grupos, e alguns têm levado ao palco experiências como essa. A criadora do humorístico Terça Insana, Grace Gianoukas, se diz contra essa tendência. “É apenas um exercício de curso de teatro, mas virou show”, disse à reportagem por ocasião de sua passagem por Curitiba, no mês passado.http://www.gazetadopovo.com.br/cadernog/conteudo.phtml?id=1325869&tit=A-comicidade-dentro-da-tragedia
Início O Festival Programação Pedagógico Teatros e Ingressos Ficha Técnica Parcerias Contato Início » Programação » Olinda Programação das apresentações em Olinda Parceria com a Prefeitura Municipal de Olinda/Secretaria de Cultura Bolero de 4 João Rafael e Luiz de Abreu – Salvador/BA Dia 12 de janeiro (sábado), às 16h, no Alto da Sé (Olinda/PE). Duração: 16min | Indicação: livre. Ingresso: gratuito. [SAIBA MAIS] topo De Artista e Louco Todo Mundo Tem Um Pouco Associação de Teatro de Olinda/ATO – Olinda/PE Dia 12 de janeiro (sábado), às 16h30, no Alto da Sé (Olinda/PE). Duração: 35min | Indicação: livre. Ingresso: - [SAIBA MAIS] topo Luiz Lua Gonzaga Grupo Magiluth – Recife/PE Dia 13 de janeiro (domingo), às 16h30, no Pátio do Mosteiro de São Bento (Olinda/PE). Duração: 1h | Indicação: livre. Ingresso: - [SAIBA MAIS] topo Besteiras (As Aventuras de um Giullare Moderno) Cia. Circo Godot de Teatro – Filottrano/Itália e Recife/PE/Brasil Dia 19 de janeiro (sábado), às 16h30, no Alto da Sé (Olinda/PE). Duração: 50min | Indicação: livre. Ingresso: - [SAIBA MAIS] topo Sua Incelença, Ricardo III Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare – Natal/Rio Grande do Norte Dia 26 de janeiro (sábado), às 18h, no Pátio do Mosteiro de São Bento (Olinda/PE). Duração: 1h15 | Indicação: livre. Ingresso: - [SAIBA MAIS] O espetáculo parte do texto de Shakespeare, Ricardo III, um de seus vilões mais fascinantes com sua trajetória de assassinatos e traições rumo à coroa inglesa, e ganha a rua através do universo lúdico do picadeiro do circo, dos palhaços mambembes, das carroças ciganas, criando um diálogo entre o sertão e a Inglaterra elisabetana. Assim, nesta encenação que marca o encontro do grupo potiguar com o encenador mineiro Gabriel Villela, a fábula universal dialoga com a cultura popular nordestina e traz até referências do rock inglês http://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2013/programacao_olinda.php
entenas de pessoas assistiram Romeu e Julieta no estacionamento da Prefeitura 17/12/2012 | 09:52 A Sala de Ensaio Promoções e Eventos e a Prefeitura de Caxias do Sul apresentaram no último sábado, 15 de dezembro, no estacionamento do Centro Administrativo, o Projeto Teatro Na Rua, com a peça Romeu e Julieta do renomado grupo mineiro Galpão. Com a direção de Gabriel Villela, o elenco apresentou-se gratuitamente, atraindo centenas de pessoas. A peça, que é uma adaptação do texto de Willian Shakespeare, já foi assistida por mais de 200 mil pessoas em todo o mundo. Apresentada na rua, os atores colocam o trágico casal em um cotidiano inspirado em Guimarães Rosa e no sertão mineiro. Com toques do circo/teatro de Gabriel Villela, a peça ficou consagrada em território nacional e no exterior, tendo visitado mais de 60 cidades brasileiras e nove países estrangeiros. Realização: Sala de Ensaio Promoções e Eventos, Unidade de Teatro da Secretaria da Cultura de Caxias do Sul e Prefeitura de Caxias do Sul. Financiamento: Lei Municipal de Incentivo à Cultura. Apoio: Grupo L. Formolo, Randon, Colchões Tonolli, Visate, Metrópole Comunicação e Divina Informação Comunicação & Imprensa. http://www.caxias.rs.gov.br/cultura/noticias_ler.php?codigo=22035#!prettyPhoto[gallery1]/2/