quarta-feira, 2 de abril de 2014
Mania de Explicação
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Em cartaz em Espaço Tom Jobim | Classificação Livre
Mania de Explicação
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Mania de Explicação, uma realização da Luana Piovani Produções Artísticas e produção da NOVE Produções Culturais, conta a história de Isabel (Piovani), uma menina com mania de explicação. Ela desconstrói o significado de palavras do dia a dia para reconstruí-las à sua maneira. Aguçada pela curiosidade da descoberta e motivada pela infinita fonte de desdobramentos que as palavras causam como efeito em seus pensamentos, Isabel não se cansa de tentar decifrar o mundo a sua volta. Era uma menina que gostava de inventar uma explicação para cada coisa (EXPLICAÇÃO é uma frase que se acha mais importante do que a palavra). As pessoas até se irritavam (IRRITAÇÃO é um alarme de carro que dispara bem no meio de seu peito) com aquela menina explicando o tempo todo o que a população inteira já sabia. Quando ela se dava conta, todo mundo tinha ido embora. Então ela ficava lá, explicando, sozinha. (SOLIDÃO é uma ilha com saudade de barco. SAUDADE é quando o momento tenta fugir da lembrança pra acontecer de novo e não consegue. LEMBRANÇA é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.) As descobertas da menina Isabel ajudarão a explicar seu mundo, transformarão suas fantasias e revelarão o poder de realizar seus sonhos e de entender que aquilo que não tem explicação, não é para ser explicado mesmo. Melhor sentir.
Gênero: Musical Infantil
Diretor: Gabriel Villela
Elenco: Luana Piovani, Felipe Brum, Janaina Azevedo, Pablo Ascoli, Letícia Medella e Diogo Almeida
http://novosite.ingresso.com/rio-de-janeiro/home/espetaculo/teatro/mania-de-explicacao#
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Em cartaz em Espaço Tom Jobim | Classificação Livre
Mania de Explicação
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Mania de Explicação, uma realização da Luana Piovani Produções Artísticas e produção da NOVE Produções Culturais, conta a história de Isabel (Piovani), uma menina com mania de explicação. Ela desconstrói o significado de palavras do dia a dia para reconstruí-las à sua maneira. Aguçada pela curiosidade da descoberta e motivada pela infinita fonte de desdobramentos que as palavras causam como efeito em seus pensamentos, Isabel não se cansa de tentar decifrar o mundo a sua volta. Era uma menina que gostava de inventar uma explicação para cada coisa (EXPLICAÇÃO é uma frase que se acha mais importante do que a palavra). As pessoas até se irritavam (IRRITAÇÃO é um alarme de carro que dispara bem no meio de seu peito) com aquela menina explicando o tempo todo o que a população inteira já sabia. Quando ela se dava conta, todo mundo tinha ido embora. Então ela ficava lá, explicando, sozinha. (SOLIDÃO é uma ilha com saudade de barco. SAUDADE é quando o momento tenta fugir da lembrança pra acontecer de novo e não consegue. LEMBRANÇA é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.) As descobertas da menina Isabel ajudarão a explicar seu mundo, transformarão suas fantasias e revelarão o poder de realizar seus sonhos e de entender que aquilo que não tem explicação, não é para ser explicado mesmo. Melhor sentir.
Gênero: Musical Infantil
Diretor: Gabriel Villela
Elenco: Luana Piovani, Felipe Brum, Janaina Azevedo, Pablo Ascoli, Letícia Medella e Diogo Almeida
http://novosite.ingresso.com/rio-de-janeiro/home/espetaculo/teatro/mania-de-explicacao#
Teatro Tom Jobim recebe o musical infantil Mania de Explicação
14:27 Teatro Tom Jobim Nenhum Comentário
Luana Piovani e Felipe Brum
Foto: Nana Moraes
A partir do dia 05 de abril o Teatro Tom Jobim recebe o musical infantil Mania de Explicação, adaptação do livro de mesmo nome de Adriana Falcão para os palcos. Com o objetivo de despertar a sensibilidade e a curiosidade de enxergar a vida a partir de vários ângulos e perspectivas, o espetáculo é a porta de entrada de um mundo lúdico e cheio de questionamentos, onde as palavras e seus significados podem levar os espectadores a uma aventura filosófica impulsionada pelos sentimentos.
Em sua quarta produção infantil, a atriz Luana Piovani repete a bem-sucedida parceria com Gabriel Villela, depois do espetáculo “O Soldadinho e a Bailarina”. Ele assina a direção, cenário e figurinos da montagem, que conta com Ernani Maletta na direção musical e traz no elenco, além de Luana, como a menina Isabel, os atores Felipe Brum, Janaina Azevedo, Pablo Ascoli, Letícia Medella e Diogo Almeida.
“A originalidade contida no livro de Adriana (Falcão) está exatamente no fato de ela ter um conceito de síntese muito grande sobre as aventuras de uma criança que pergunta tudo, na graça com que ela concebe as palavras dessa criança inspirada no personagem original, que é a filha dela”, afirma Gabriel Villela.
Luana irá conciliar a temporada do infantil com as viagens de seu espetáculo adulto, a comédia romântica de Woody Allen “Sonhos de um Sedutor”, em turnê pelo país. O espetáculo volta ao Rio de Janeiro em maio, para uma nova temporada, no Teatro Vannucci. E ainda fará dois longas-metragens:Réveillon, uma produção da O2, com direção de Fabio Mendonça; e será a protagonista de Berenice Procura, com direção de Flávia Lacerda, diretora, entre outros trabalhos na TV, da série “Louco por Elas”.
SOBRE O ESPETÁCULO
Mania de Explicação, uma realização da Luana Piovani Produções Artísticas e produção da NOVE Produções Culturais, conta a história de Isabel (Piovani), uma menina com mania de explicação. Ela desconstrói o significado de palavras do dia a dia para reconstruí-las à sua maneira. Aguçada pela curiosidade da descoberta e motivada pela infinita fonte de desdobramentos que as palavras causam como efeito em seus pensamentos, Isabel não se cansa de tentar decifrar o mundo a sua volta. Era uma menina que gostava de inventar uma explicação para cada coisa (EXPLICAÇÃO é uma frase que se acha mais importante do que a palavra). As pessoas até se irritavam (IRRITAÇÃO é um alarme de carro que dispara bem no meio de seu peito) com aquela menina explicando o tempo todo o que a população inteira já sabia. Quando ela se dava conta, todo mundo tinha ido embora. Então ela ficava lá, explicando, sozinha. (SOLIDÃO é uma ilha com saudade de barco. SAUDADE é quando o momento tenta fugir da lembrança pra acontecer de novo e não consegue. LEMBRANÇA é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.)
As descobertas da menina Isabel ajudarão a explicar seu mundo, transformarão suas fantasias e revelarão o poder de realizar seus sonhos e de entender que aquilo que não tem explicação, não é para ser explicado mesmo. Melhor sentir.
SOBRE OS FIGURINOS E TRILHA SONORA
Os figurinos são sempre um diferencial nas produções assinadas pelo premiado Gabriel Villela. Desta vez, um verdadeiro ateliê de costura foi montado dentro de Galpão das Artes do Espaço Tom Jobim. Uma equipe de costureiras e bordadeiras trabalham durantes os ensaios e produzem as roupas no corpo dos atores.
“Levamos para cena várias funções que as artes cênicas reúne debaixo das suas asas que é a dança, o canto, as artes plásticas, uma vez que os figurinos e o cenário do meus espetáculos costumam ser muito bem elaborado, muito bem acabado, detalhados. E nós sabemos que os deuses do teatro moram nos detalhes”, explica Villela.
Já as canções, composições de Raul Seixas serão executadas ao vivo pelo atores, acompanhados de uma trilha composta especialmente para a montagem e arranjos originais de Ernani Maletta, que a assina a direção musical do espetáculo.
“Usamos canções do Raul que até outrora tiveram impacto de contraste durante o regime de exceção que vivemos na década de 70, mas hoje elas ilustram, elas colorem o pensamento da nossa protagonista, uma menina iconoclasta na medida em que ela não se enquadra nos padrões normais de perguntas e respostas de uma criança da sua idade”, completa o diretor.
FICHA TÉCNICA
Autor: Adriana Falcão e Luiz Estelitta Lins
Direção, figurino e Cenografia: Gabriel Villela
Elenco: Luana Piovani, Felipe Brum, Janaina Azevedo, Pablo Ascoli, Letícia Medella e Diogo Almeida
Personagens: Isabel (Luana), Jorge (Felipe), Centauro (Felipe), Mãe de Isabel (Janaína), Pai de Isabel (Pablo), Guarda-Chuva (Pablo), Fonte (Diogo), Árvore (Janaína), Laurinda (Diogo), Lagarta (Letícia), Terra (Letícia), Borboleta (Letícia) e Vento (Pablo).
Design de luz: Paulo Cesar Medeiros
Direção Musical: Ernani Maletta
Direção de Movimento: Kika Freire
Preparação Vocal: Babaya Moraes
Cenotécnico: Mais Cenografia
Assistente De Direção: Ivan Andrade
Adereço de figurino: José Rosa
Adereços Cenário e Figurino: Shicó do Mamulengo
Costureira: Rosângela De Oliveira
Bordadeira: Giovana Vilela
Design gráfico: Fabrício Sacramento
Gravação: Making Off: Gustavo Camarão
Execução Trilha Sonora: Rafael Langoni
Fotos material gráfico: Nana Moraes
Visagismo: André Vital
Assessoria de imprensa: Daniella Cavalcanti
Dir. de Cena/Palco e Prod. Ensaios: Aline Rapadura
Contraregras: Edilson Risoleta e João Paulo da Mata
Operador de Luz: José de Alcântara
Operador de Som: Fernando Cunha
Consultoria Jurídica: Francis Piovani
Assistente Luana Piovani: Monique Castilho
Produção executiva: Felipe Mussel
Coor. de Produção: Fernando Duarte
Administração Financeira: Karime Khawaja
Direção de Produção: Cássia Vilasbôas
Produção: NOVE Produções Culturais
Realização: Luana Piovani Produções Artísticas
Patrocínio: Itaú e Porto Seguro
Co-patrocínio: Volvo e Bauducco
Transportadora oficial: Gol
SERVIÇO
Estreia para convidados: dia 05 de abril, às 16h
Estreia para público: dia 06 de abril, às 16h
Local: Teatro Tom Jobim (Rua Jardim Botânico, 1008 - Parque Jardim Botânico)
Telefone: (21) 2274-7012
Horário: sábados e domingos, às 16h
Ingresso: R$70,00
Capacidade: 340 lugares
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre
Gênero: musical infantil
Bilheteria: de terça a sexta, das 14h às 18h / sábado e domingo, das 14h às 20h.
Temporada: 05 de abril a 29 de junho
http://ritmocultural.blogspot.com.br/2014/03/teatro-tom-jobim-recebe-o-musical.html
Luana Piovani e Felipe Brum
Foto: Nana Moraes
A partir do dia 05 de abril o Teatro Tom Jobim recebe o musical infantil Mania de Explicação, adaptação do livro de mesmo nome de Adriana Falcão para os palcos. Com o objetivo de despertar a sensibilidade e a curiosidade de enxergar a vida a partir de vários ângulos e perspectivas, o espetáculo é a porta de entrada de um mundo lúdico e cheio de questionamentos, onde as palavras e seus significados podem levar os espectadores a uma aventura filosófica impulsionada pelos sentimentos.
Em sua quarta produção infantil, a atriz Luana Piovani repete a bem-sucedida parceria com Gabriel Villela, depois do espetáculo “O Soldadinho e a Bailarina”. Ele assina a direção, cenário e figurinos da montagem, que conta com Ernani Maletta na direção musical e traz no elenco, além de Luana, como a menina Isabel, os atores Felipe Brum, Janaina Azevedo, Pablo Ascoli, Letícia Medella e Diogo Almeida.
“A originalidade contida no livro de Adriana (Falcão) está exatamente no fato de ela ter um conceito de síntese muito grande sobre as aventuras de uma criança que pergunta tudo, na graça com que ela concebe as palavras dessa criança inspirada no personagem original, que é a filha dela”, afirma Gabriel Villela.
Luana irá conciliar a temporada do infantil com as viagens de seu espetáculo adulto, a comédia romântica de Woody Allen “Sonhos de um Sedutor”, em turnê pelo país. O espetáculo volta ao Rio de Janeiro em maio, para uma nova temporada, no Teatro Vannucci. E ainda fará dois longas-metragens:Réveillon, uma produção da O2, com direção de Fabio Mendonça; e será a protagonista de Berenice Procura, com direção de Flávia Lacerda, diretora, entre outros trabalhos na TV, da série “Louco por Elas”.
SOBRE O ESPETÁCULO
Mania de Explicação, uma realização da Luana Piovani Produções Artísticas e produção da NOVE Produções Culturais, conta a história de Isabel (Piovani), uma menina com mania de explicação. Ela desconstrói o significado de palavras do dia a dia para reconstruí-las à sua maneira. Aguçada pela curiosidade da descoberta e motivada pela infinita fonte de desdobramentos que as palavras causam como efeito em seus pensamentos, Isabel não se cansa de tentar decifrar o mundo a sua volta. Era uma menina que gostava de inventar uma explicação para cada coisa (EXPLICAÇÃO é uma frase que se acha mais importante do que a palavra). As pessoas até se irritavam (IRRITAÇÃO é um alarme de carro que dispara bem no meio de seu peito) com aquela menina explicando o tempo todo o que a população inteira já sabia. Quando ela se dava conta, todo mundo tinha ido embora. Então ela ficava lá, explicando, sozinha. (SOLIDÃO é uma ilha com saudade de barco. SAUDADE é quando o momento tenta fugir da lembrança pra acontecer de novo e não consegue. LEMBRANÇA é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.)
As descobertas da menina Isabel ajudarão a explicar seu mundo, transformarão suas fantasias e revelarão o poder de realizar seus sonhos e de entender que aquilo que não tem explicação, não é para ser explicado mesmo. Melhor sentir.
SOBRE OS FIGURINOS E TRILHA SONORA
Os figurinos são sempre um diferencial nas produções assinadas pelo premiado Gabriel Villela. Desta vez, um verdadeiro ateliê de costura foi montado dentro de Galpão das Artes do Espaço Tom Jobim. Uma equipe de costureiras e bordadeiras trabalham durantes os ensaios e produzem as roupas no corpo dos atores.
“Levamos para cena várias funções que as artes cênicas reúne debaixo das suas asas que é a dança, o canto, as artes plásticas, uma vez que os figurinos e o cenário do meus espetáculos costumam ser muito bem elaborado, muito bem acabado, detalhados. E nós sabemos que os deuses do teatro moram nos detalhes”, explica Villela.
Já as canções, composições de Raul Seixas serão executadas ao vivo pelo atores, acompanhados de uma trilha composta especialmente para a montagem e arranjos originais de Ernani Maletta, que a assina a direção musical do espetáculo.
“Usamos canções do Raul que até outrora tiveram impacto de contraste durante o regime de exceção que vivemos na década de 70, mas hoje elas ilustram, elas colorem o pensamento da nossa protagonista, uma menina iconoclasta na medida em que ela não se enquadra nos padrões normais de perguntas e respostas de uma criança da sua idade”, completa o diretor.
FICHA TÉCNICA
Autor: Adriana Falcão e Luiz Estelitta Lins
Direção, figurino e Cenografia: Gabriel Villela
Elenco: Luana Piovani, Felipe Brum, Janaina Azevedo, Pablo Ascoli, Letícia Medella e Diogo Almeida
Personagens: Isabel (Luana), Jorge (Felipe), Centauro (Felipe), Mãe de Isabel (Janaína), Pai de Isabel (Pablo), Guarda-Chuva (Pablo), Fonte (Diogo), Árvore (Janaína), Laurinda (Diogo), Lagarta (Letícia), Terra (Letícia), Borboleta (Letícia) e Vento (Pablo).
Design de luz: Paulo Cesar Medeiros
Direção Musical: Ernani Maletta
Direção de Movimento: Kika Freire
Preparação Vocal: Babaya Moraes
Cenotécnico: Mais Cenografia
Assistente De Direção: Ivan Andrade
Adereço de figurino: José Rosa
Adereços Cenário e Figurino: Shicó do Mamulengo
Costureira: Rosângela De Oliveira
Bordadeira: Giovana Vilela
Design gráfico: Fabrício Sacramento
Gravação: Making Off: Gustavo Camarão
Execução Trilha Sonora: Rafael Langoni
Fotos material gráfico: Nana Moraes
Visagismo: André Vital
Assessoria de imprensa: Daniella Cavalcanti
Dir. de Cena/Palco e Prod. Ensaios: Aline Rapadura
Contraregras: Edilson Risoleta e João Paulo da Mata
Operador de Luz: José de Alcântara
Operador de Som: Fernando Cunha
Consultoria Jurídica: Francis Piovani
Assistente Luana Piovani: Monique Castilho
Produção executiva: Felipe Mussel
Coor. de Produção: Fernando Duarte
Administração Financeira: Karime Khawaja
Direção de Produção: Cássia Vilasbôas
Produção: NOVE Produções Culturais
Realização: Luana Piovani Produções Artísticas
Patrocínio: Itaú e Porto Seguro
Co-patrocínio: Volvo e Bauducco
Transportadora oficial: Gol
SERVIÇO
Estreia para convidados: dia 05 de abril, às 16h
Estreia para público: dia 06 de abril, às 16h
Local: Teatro Tom Jobim (Rua Jardim Botânico, 1008 - Parque Jardim Botânico)
Telefone: (21) 2274-7012
Horário: sábados e domingos, às 16h
Ingresso: R$70,00
Capacidade: 340 lugares
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre
Gênero: musical infantil
Bilheteria: de terça a sexta, das 14h às 18h / sábado e domingo, das 14h às 20h.
Temporada: 05 de abril a 29 de junho
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Publicado em: qua, abr 2nd, 2014 Entretenimento / Teatro | Por Helena Garrido
Mania de Explicação no Teatro Tom Jobim
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A história de Isabel, uma menina com mania de explicação. Ela desconstrói o significado de palavras do dia a dia para reconstruí-las à sua maneira. Aguçada pela curiosidade da descoberta e motivada pela infinita fonte de desdobramentos que as palavras causam como efeito em seus pensamentos, Isabel não se cansa de tentar decifrar o mundo a sua volta. Era uma menina que gostava de inventar uma explicação para cada coisa. As pessoas até se irritavam com aquela menina explicando o tempo todo o que a população inteira já sabia. Quando ela se dava conta, todo mundo tinha ido embora. Então ela ficava lá, explicando, sozinha. As descobertas da menina Isabel ajudarão a explicar seu mundo, transformarão suas fantasias e revelarão o poder de realizar seus sonhos e de entender que aquilo que não tem explicação, não é para ser explicado mesmo. Melhor sentir.
Classificação – Livre
Autor – Adriana Falcão e Luiz Guilherme Lins
Direção, Figurino e Cenografia – Gabriel Villela
Elenco – Luana Piovani, Felipe Brum, Janaina Azevedo, Pablo Ascoli, Letícia Medella e Diogo Almeida
Design de luz: – Paulo Cesar Medeiros
Direção Musical – Ernani Maletta
Direção de Movimento – Kika Freire
Preparação Vocal – Babaya Moraes
Cenografia – Mais Cenografia
Assistente De Direção – Ivan Andrade
Adereço de figurino – José Rosa
Adereços Cenário e Figurino – Shicó do Mumulengo
Costureira – Rosângela de Oliveira
Bordadeira – Giovana Vilela
Design gráfico – Fabrício Sacramento
Fotos material gráfico – Nana Moraes
Assessoria de Imprensa – Daniella Cavalcanti
Assistente de Assessoria de Imprensa – Fernanda Miranda
Dir. de Cena – Aline Rapadura
Produção executiva – Felipe Mussel
Coor. de Produção – Fernando Duarte
Administração Financeira – Karime Khawaja
Direção de Produção – Cássia Vilasbôas
Produção – NOVE Produções Culturais
Realização – Luana Piovani Produções Artísticas
Teatro Tom Jobim
Rua Jardim Botânico, 1008 – Parque Jardim Botânico
Tel.: 2274-7012
Sábados e domingos, às 16 h
R$70
ESTREIA 6 DE ABRIL
Até 29 de junho
http://www.mancheteonline.com.br/mania-de-explicacao-teatro-tom-jobim/
A história de Isabel, uma menina com mania de explicação. Ela desconstrói o significado de palavras do dia a dia para reconstruí-las à sua maneira. Aguçada pela curiosidade da descoberta e motivada pela infinita fonte de desdobramentos que as palavras causam como efeito em seus pensamentos, Isabel não se cansa de tentar decifrar o mundo a sua volta. Era uma menina que gostava de inventar uma explicação para cada coisa. As pessoas até se irritavam com aquela menina explicando o tempo todo o que a população inteira já sabia. Quando ela se dava conta, todo mundo tinha ido embora. Então ela ficava lá, explicando, sozinha. As descobertas da menina Isabel ajudarão a explicar seu mundo, transformarão suas fantasias e revelarão o poder de realizar seus sonhos e de entender que aquilo que não tem explicação, não é para ser explicado mesmo. Melhor sentir.
Classificação – Livre
Autor – Adriana Falcão e Luiz Guilherme Lins
Direção, Figurino e Cenografia – Gabriel Villela
Elenco – Luana Piovani, Felipe Brum, Janaina Azevedo, Pablo Ascoli, Letícia Medella e Diogo Almeida
Design de luz: – Paulo Cesar Medeiros
Direção Musical – Ernani Maletta
Direção de Movimento – Kika Freire
Preparação Vocal – Babaya Moraes
Cenografia – Mais Cenografia
Assistente De Direção – Ivan Andrade
Adereço de figurino – José Rosa
Adereços Cenário e Figurino – Shicó do Mumulengo
Costureira – Rosângela de Oliveira
Bordadeira – Giovana Vilela
Design gráfico – Fabrício Sacramento
Fotos material gráfico – Nana Moraes
Assessoria de Imprensa – Daniella Cavalcanti
Assistente de Assessoria de Imprensa – Fernanda Miranda
Dir. de Cena – Aline Rapadura
Produção executiva – Felipe Mussel
Coor. de Produção – Fernando Duarte
Administração Financeira – Karime Khawaja
Direção de Produção – Cássia Vilasbôas
Produção – NOVE Produções Culturais
Realização – Luana Piovani Produções Artísticas
Teatro Tom Jobim
Rua Jardim Botânico, 1008 – Parque Jardim Botânico
Tel.: 2274-7012
Sábados e domingos, às 16 h
R$70
ESTREIA 6 DE ABRIL
Até 29 de junho
http://www.mancheteonline.com.br/mania-de-explicacao-teatro-tom-jobim/
DESTAQUE, FESTIVAIS, MATÉRIAS
OBRA INACABADA DE PIRANDELLO, OS GIGANTES DA MONTANHA, GANHA SABOR ESPECIAL COM A LEITURA DO GRUPO GALPÃO
3 DE ABRIL DE 2014 MICHELFERNANDES DEIXE UM COMENTÁRIO
Da redação do Festival de Teatro de Curitiba
OS GIGANTES DA MONTANHA
OS GIGANTES DA MONTANHA
CURITIBA – “Os Gigantes da Montanha”, de Luigi Pirandello, não tem um final. Depois de sete anos de trabalho, o autor acabou morrendo, em 1936, antes de concluí-la.
“O fato de ‘Os Gigantes da Montanha’ não ter um final dá um sabor especial à peça”, disse o ator Eduardo Moreira.
Se o texto teatral é por si só uma obra aberta, cujo ponto final pode ser escolhido por uma companhia como o Grupo Galpão, ganha níveis de liberdade e novidade que têm surpreendido o público.
“Ainda assim, Pirandello deu indicações de como terminaria a peça.”
O espetáculo está no projeto Sesi na Rua, do Festival de Curitiba e setambém em Araucária, no sábado (29), e em Ponta Grossa, hoje (1°). Em Curitiba, o grupo se apresenta nos dia 4 e 5 na Praça Santos Andrade.
Toda a idealização de “Os Gigantes da Montanha” aponta para os ideais estéticos do Galpão, com o toque da terceira participação de Gabriel Villela como diretor da companhia.
“O resultado é impactante”, diz Moreira.
http://www.aplausobrasil.com.br/2014/04/03/obra-inacabada-de-pirandello-os-gigantes-da-montanha-ganha-sabor-especial-com-leitura-grupo-galpao/
O texto foi uma escolha do próprio diretor para celebrar o reencontro com o Galpão. A fábula narra a chegada de uma companhia teatral decadente a uma vila isolada do mundo, cheia de encantos, governada pelo mago Cotrone. A trupe de mambembes encontra-se em profundo declínio e miséria, por obsessão de sua primeira atriz, a condessa Ilse, em montar “A Fábula do filho trocado” (peça escrita por um jovem poeta que se matou por amor não correspondido da condessa). Cotrone, o mago criador de “verdades que a consciência rejeita”, começa a construir os fantasmas dos personagens que faltam para a companhia montar a peça. Ele convida os atores a permanecerem para sempre na Vila, representando apenas para si mesmos a “A Fábula do Filho Trocado”. Ilse, no entanto, insiste que a obra deve viver entre os homens, sendo representada para o público.
A solução encontrada, que resultará no desfecho trágico da peça, é sua apresentação para os chamados “Os Gigantes da Montanha”, povo que vive próximo da Vila. Os gigantes, por terem um espírito fabril e empreendedor, “desenvolveram muito os músculos e se tornaram um tanto bestiais”, e, portanto, não valorizam a poesia e a arte. O ato final da peça, que ficou inconcluso, mas que chegou a ser vislumbrado pelo autor em leito de morte, descreve a cena em que Ilse e a poesia são trucidadas pelos embrutecidos Gigantes. A peça termina com os atores da companhia carregando o corpo da atriz na mesma carroça em que chegaram à primeira cena.
“Os Gigantes da Montanha” traz uma contundente discussão sobre o possível lugar da arte e da poesia num mundo dominado pelo pragmatismo e pela técnica. A morte de Ilse representa a morte e também o renascimento da arte. Como a Fênix que ressurge das cinzas: a velha arte precisa morrer para que novas sensibilidades artísticas brotem e floresçam.
OS GIGANTES DA MONTANHA
Mostra Sesi na Rua – 4 e 5 de abril – 19h.
Praça Santos Andrade
http://www.aplausobrasil.com.br/2014/04/03/obra-inacabada-de-pirandello-os-gigantes-da-montanha-ganha-sabor-especial-com-leitura-grupo-galpao/
O texto foi uma escolha do próprio diretor para celebrar o reencontro com o Galpão. A fábula narra a chegada de uma companhia teatral decadente a uma vila isolada do mundo, cheia de encantos, governada pelo mago Cotrone. A trupe de mambembes encontra-se em profundo declínio e miséria, por obsessão de sua primeira atriz, a condessa Ilse, em montar “A Fábula do filho trocado” (peça escrita por um jovem poeta que se matou por amor não correspondido da condessa). Cotrone, o mago criador de “verdades que a consciência rejeita”, começa a construir os fantasmas dos personagens que faltam para a companhia montar a peça. Ele convida os atores a permanecerem para sempre na Vila, representando apenas para si mesmos a “A Fábula do Filho Trocado”. Ilse, no entanto, insiste que a obra deve viver entre os homens, sendo representada para o público.
A solução encontrada, que resultará no desfecho trágico da peça, é sua apresentação para os chamados “Os Gigantes da Montanha”, povo que vive próximo da Vila. Os gigantes, por terem um espírito fabril e empreendedor, “desenvolveram muito os músculos e se tornaram um tanto bestiais”, e, portanto, não valorizam a poesia e a arte. O ato final da peça, que ficou inconcluso, mas que chegou a ser vislumbrado pelo autor em leito de morte, descreve a cena em que Ilse e a poesia são trucidadas pelos embrutecidos Gigantes. A peça termina com os atores da companhia carregando o corpo da atriz na mesma carroça em que chegaram à primeira cena.
“Os Gigantes da Montanha” traz uma contundente discussão sobre o possível lugar da arte e da poesia num mundo dominado pelo pragmatismo e pela técnica. A morte de Ilse representa a morte e também o renascimento da arte. Como a Fênix que ressurge das cinzas: a velha arte precisa morrer para que novas sensibilidades artísticas brotem e floresçam.
OS GIGANTES DA MONTANHA
Mostra Sesi na Rua – 4 e 5 de abril – 19h.
Praça Santos Andrade
Divirta-se
A inveja é discutida em “Um Réquiem Para Antônio”
[01-04-2014]
Clique na foto para ampliar
Crédito fotos: Ernesto Vasconcellos
O diretor Gabriel Vilela, que completa 25 anos de trajetória artística, está dirigindo duas peças no Festival de Curitiba. Além de ser responsável pelo espetáculo “Os Gigantes da Montanha”, do projeto Sesi na Rua, ele assina também “Um Réquiem Para Antônio”, da Mostra 2014, com Elias Andreato e Claudio Fontana. O autor do texto, Dib Carneiro Neto, contou na coletiva realizada nesta terça (1°) no Memorial de Curitiba que o elenco sabia que a inveja que o compositor Salieri nutria por Mozart era apenas uma lenda. Por isso, eles consideram o mote do relacionamento entre os dois personagens históricos como uma forma de falar desse sentimento. "A inveja é um assunto que está muito presente nos dias de hoje", disse o ator Elias Andreato. E a potencialidade desse tema foi o que motivou Dib Carneiro Neto a desenvolver o texto. A relação entre Salieri e Mozart também foi retratada no filme Amadeus, de Milos Forman.
Em “Um Réquiem para Antônio”, Salieri - mentor de compositores famosos como Ludwig Van Beethoven, Carl Czerny e Franz Liszt - é vivido por Elias Andreato. Mozart renasce em cena pela interpretação de Claudio Fontana. No texto de Carneiro, Salieri delira em seu leito de morte e faz um acerto de contas com seu rival, já morto. Villela investiu no lado mítico da inveja, mostrando um Salieri sombrio e frágil em contraponto ao Mozart confiante e ágil. Imprime sua marca também nos figurinos que assina junto com José Rosa, ao utilizar narizes de clown em uma caracterização circense, com forte elemento cômico.
“O circo traz a possibilidade de tudo ser possível e Gabriel alia esta estética circense a uma estética de metáforas. Ele usa poesia ao transformar bolas do jogo de sinuca, que Mozart tanto gostava, em notas musicais. Essa metáfora poética e circense ajuda muito a contar essa história”, diz Claudio Fontana.
Elias Andreato, por sua vez, comenta que essa linguagem de picadeiro é nova para ele. “Gabriel foi generoso em seus ensinamentos”, pontua, acrescentando que a equipe recebeu apoio de preparadora vocal também. “É uma linguagem difícil, muito específica. Parece simples, que é só botar um nariz e fazer uma vozinha, mas é uma transição difícil”, comenta. “Circo não é linguagem que estou acostumado, eu não conseguia dormir, foi sofrido.”
Um Réquiem para Antônio – SP
Dias 1 e 2 de abril, às 21h
Teatro da Reitoria
http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?id=249225&op=lazer&PHPSESSID=4957d6b7974280871d12a165c2ed0589
O diretor Gabriel Vilela, que completa 25 anos de trajetória artística, está dirigindo duas peças no Festival de Curitiba. Além de ser responsável pelo espetáculo “Os Gigantes da Montanha”, do projeto Sesi na Rua, ele assina também “Um Réquiem Para Antônio”, da Mostra 2014, com Elias Andreato e Claudio Fontana. O autor do texto, Dib Carneiro Neto, contou na coletiva realizada nesta terça (1°) no Memorial de Curitiba que o elenco sabia que a inveja que o compositor Salieri nutria por Mozart era apenas uma lenda. Por isso, eles consideram o mote do relacionamento entre os dois personagens históricos como uma forma de falar desse sentimento. "A inveja é um assunto que está muito presente nos dias de hoje", disse o ator Elias Andreato. E a potencialidade desse tema foi o que motivou Dib Carneiro Neto a desenvolver o texto. A relação entre Salieri e Mozart também foi retratada no filme Amadeus, de Milos Forman.
Em “Um Réquiem para Antônio”, Salieri - mentor de compositores famosos como Ludwig Van Beethoven, Carl Czerny e Franz Liszt - é vivido por Elias Andreato. Mozart renasce em cena pela interpretação de Claudio Fontana. No texto de Carneiro, Salieri delira em seu leito de morte e faz um acerto de contas com seu rival, já morto. Villela investiu no lado mítico da inveja, mostrando um Salieri sombrio e frágil em contraponto ao Mozart confiante e ágil. Imprime sua marca também nos figurinos que assina junto com José Rosa, ao utilizar narizes de clown em uma caracterização circense, com forte elemento cômico.
“O circo traz a possibilidade de tudo ser possível e Gabriel alia esta estética circense a uma estética de metáforas. Ele usa poesia ao transformar bolas do jogo de sinuca, que Mozart tanto gostava, em notas musicais. Essa metáfora poética e circense ajuda muito a contar essa história”, diz Claudio Fontana.
Elias Andreato, por sua vez, comenta que essa linguagem de picadeiro é nova para ele. “Gabriel foi generoso em seus ensinamentos”, pontua, acrescentando que a equipe recebeu apoio de preparadora vocal também. “É uma linguagem difícil, muito específica. Parece simples, que é só botar um nariz e fazer uma vozinha, mas é uma transição difícil”, comenta. “Circo não é linguagem que estou acostumado, eu não conseguia dormir, foi sofrido.”
Um Réquiem para Antônio – SP
Dias 1 e 2 de abril, às 21h
Teatro da Reitoria
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terça-feira, 1 de abril de 2014
FESTIVAIS, MATÉRIAS, MICHEL FERNANDES RECOMENDA
UM RÉQUIEM PARA ANTÔNIO MARCA 25 ANOS DE SUCESSO DO DIRETOR GABRIEL VILLELA
1 DE ABRIL DE 2014 MICHELFERNANDES DEIXE UM COMENTÁRIO
Da redação do Festival de Teatro de Curitiba
CUTRITIBA – Um dos maiores mitos da música clássica, a rivalidade e a inveja entre o compositor italiano Antonio Salieri e o compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart, sobe ao palco no espetáculo “Um Réquiem para Antonio”, texto inédito de Dib Carneiro Neto com direção de Gabriel Villela. O diretor completa 25 anos de trajetória artística este ano e está em dose dupla no Festival de Curitiba. Além de “Réquiem”, Villela também dirige o Grupo Galpão em “Os Gigantes da Montanha”.
Em “Um Réquiem para Antonio”, Salieri – mentor de compositores famosos como Ludwig Van Beethoven, Carl Czerny e Franz Liszt – é vivido por Elias Andreato. Mozart renasce em cena pela interpretação de Claudio Fontana. No texto de Carneiro, Salieri delira em seu leito de morte e faz um acerto de contas com seu rival, já morto.
O suposto antagonismo dos mestres da música clássica, que é contestado pelos historiadores, já foi tratado no teatro, nos anos 80, em espetáculo de Peter Shaffer, que inspirou, no cinema, “Amadeus” de Milos Forman, com quem a história conquistou oito estatuetas do Oscar.
Villela investiu no lado mítico da inveja, mostrando um Salieri sombrio e frágil em contraponto ao Mozart confiante e ágil. Imprime sua marca também nos figurinos que assina junto com José Rosa, ao utilizar narizes de clown em uma caracterização circense, com forte elemento cômico.
“O circo traz a possibilidade de tudo ser possível, e Gabriel alia esta estética circense a uma estética de metáforas. Ele sua poesia em cena ao, por exemplo, transformar bolas do jogo de sinuca, que Mozart tanto gostava, em notas musicais. Essa metáfora poética e circense ajuda muito a contar essa história”, diz Claudio Fontana. “E a forma como Dib colocou o texto, com Salieri moribundo tentando fazer acerto de contas com Mozart que já morreu também possibilita contar esta história forma de fantasia, de brincadeira”, completa.
Elias Andreato, por sua vez, comenta que essa linguagem de picadeiro é nova para ele. “Gabriel foi generoso em seus ensinamentos”, pontua, acrescentando que a equipe recebeu apoio de preparadora vocal também. “É uma linguagem difícil, muito específica. Parece simples, que é só botar um nariz e fazer uma vozinha, mas é uma transição difícil”, comenta. “Circo não é linguagem que estou acostumado, eu não conseguia dormir, foi sofrido”
Ele conta que assistiu Amadeus com Raul Cortez em sua juventude. “Foi uma das primeiras grandes produções do teatro brasileiro. Como iniciante no teatro nunca tinha visto produção tão luxuosa, com atores deslumbrantes. Nunca esqueci e aquele espetáculo sempre ficou em mim”, conta ele, acrescentando que até tentou montá-lo antes, mas não conseguiu.
http://www.aplausobrasil.com.br/2014/04/01/um-requiem-para-antonio-marca-25-anos-de-sucesso-diretor-gabriel-villela/#more-11230
Ficha Técnica
Texto: Dib Carneiro Neto
Direção: Gabriel Villela
Elenco: Elias Andreato e Claudio Fontana
Figurinos: Gabriel Villela e José Rosa
Cenografia: Mais Cenografia | Cenotécnico responsável: Márcio Vinicius | Iluminação: Wagner Freire
Direção musical e arranjos vocais: Miguel Briamonte |
Antropologia da voz: Francesca Della Monica
Direção de texto e preparação vocal: Babaya
Trilha sonora: Francesca Della Monica e Babaya
Adereços e objetos de arte: Shicó do Mamulengo
Bordados: Giovana Vilela
Produção de cenografia: André Aires
Direção de Produção: Claudio Fontana
Um Réquiem para Antonio – SP
Dias 1 e 2 de abril, às 21h
Teatro da Reitoria
Da redação do Festival de Teatro de Curitiba
CUTRITIBA – Um dos maiores mitos da música clássica, a rivalidade e a inveja entre o compositor italiano Antonio Salieri e o compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart, sobe ao palco no espetáculo “Um Réquiem para Antonio”, texto inédito de Dib Carneiro Neto com direção de Gabriel Villela. O diretor completa 25 anos de trajetória artística este ano e está em dose dupla no Festival de Curitiba. Além de “Réquiem”, Villela também dirige o Grupo Galpão em “Os Gigantes da Montanha”.
Em “Um Réquiem para Antonio”, Salieri – mentor de compositores famosos como Ludwig Van Beethoven, Carl Czerny e Franz Liszt – é vivido por Elias Andreato. Mozart renasce em cena pela interpretação de Claudio Fontana. No texto de Carneiro, Salieri delira em seu leito de morte e faz um acerto de contas com seu rival, já morto.
O suposto antagonismo dos mestres da música clássica, que é contestado pelos historiadores, já foi tratado no teatro, nos anos 80, em espetáculo de Peter Shaffer, que inspirou, no cinema, “Amadeus” de Milos Forman, com quem a história conquistou oito estatuetas do Oscar.
Villela investiu no lado mítico da inveja, mostrando um Salieri sombrio e frágil em contraponto ao Mozart confiante e ágil. Imprime sua marca também nos figurinos que assina junto com José Rosa, ao utilizar narizes de clown em uma caracterização circense, com forte elemento cômico.
“O circo traz a possibilidade de tudo ser possível, e Gabriel alia esta estética circense a uma estética de metáforas. Ele sua poesia em cena ao, por exemplo, transformar bolas do jogo de sinuca, que Mozart tanto gostava, em notas musicais. Essa metáfora poética e circense ajuda muito a contar essa história”, diz Claudio Fontana. “E a forma como Dib colocou o texto, com Salieri moribundo tentando fazer acerto de contas com Mozart que já morreu também possibilita contar esta história forma de fantasia, de brincadeira”, completa.
Elias Andreato, por sua vez, comenta que essa linguagem de picadeiro é nova para ele. “Gabriel foi generoso em seus ensinamentos”, pontua, acrescentando que a equipe recebeu apoio de preparadora vocal também. “É uma linguagem difícil, muito específica. Parece simples, que é só botar um nariz e fazer uma vozinha, mas é uma transição difícil”, comenta. “Circo não é linguagem que estou acostumado, eu não conseguia dormir, foi sofrido”
Ele conta que assistiu Amadeus com Raul Cortez em sua juventude. “Foi uma das primeiras grandes produções do teatro brasileiro. Como iniciante no teatro nunca tinha visto produção tão luxuosa, com atores deslumbrantes. Nunca esqueci e aquele espetáculo sempre ficou em mim”, conta ele, acrescentando que até tentou montá-lo antes, mas não conseguiu.
http://www.aplausobrasil.com.br/2014/04/01/um-requiem-para-antonio-marca-25-anos-de-sucesso-diretor-gabriel-villela/#more-11230
Ficha Técnica
Texto: Dib Carneiro Neto
Direção: Gabriel Villela
Elenco: Elias Andreato e Claudio Fontana
Figurinos: Gabriel Villela e José Rosa
Cenografia: Mais Cenografia | Cenotécnico responsável: Márcio Vinicius | Iluminação: Wagner Freire
Direção musical e arranjos vocais: Miguel Briamonte |
Antropologia da voz: Francesca Della Monica
Direção de texto e preparação vocal: Babaya
Trilha sonora: Francesca Della Monica e Babaya
Adereços e objetos de arte: Shicó do Mamulengo
Bordados: Giovana Vilela
Produção de cenografia: André Aires
Direção de Produção: Claudio Fontana
Um Réquiem para Antonio – SP
Dias 1 e 2 de abril, às 21h
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