domingo, 23 de novembro de 2014

Mania de Explicação – Direção Gabriel Villela
Sucesso de público no Rio de Janeiro e em São Paulo, com mais de 18 mil espectadores nas duas cidades, o clássico “Mania de Explicação” chega a BH em nova montagem. Dirigido por Gabriel Villela, com trilha de Raul Seixas, o musical infantil conta com Luana Piovani no papel da protagonista, a menina Isabel.

"Mania de Explicação" faz temporada em Belo Horizonte com apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, viabilizado pelo Jornal o Tempo e pelo patrocínio de pessoas físicas, por meio do Instituto Unimed-BH, instituição sem fins lucrativos que tem como missão conduzir o programa de Responsabilidade Social da Unimed-BH e que está comemorando 10 anos. O patrocínio nacional do espetáculo é do Banco Itaú e da Porto Seguro.

Com o objetivo de despertar a sensibilidade e a curiosidade de enxergar a vida a partir de vários ângulos e perspectivas, o espetáculo é a porta de entrada de um mundo lúdico e cheio de questionamentos, onde as palavras e seus significados podem levar os espectadores a uma aventura filosófica impulsionada pelos sentimentos.
http://www.agendabh.com.br/eventos_detalhes.php?CodEve=15154
Em sua quarta produção infantil, a atriz Luana Piovani repete a bem-sucedida parceria com Gabriel Villela, depois do espetáculo “O Soldadinho e a Bailarina”. Gabriel assina a direção, cenário e figurinos da montagem, que conta ainda com Ernani Maletta na direção musical e traz no elenco, além de Luana, os atores Felipe Brum, Nábia Vilela, Luiz Araújo, Letícia Medella e Diogo Almeida.

“A originalidade contida no livro de Adriana está exatamente no fato de ela ter um conceito de síntese muito grande sobre as aventuras de uma criança que pergunta tudo, na graça com que ela concebe as palavras dessa criança inspirada no personagem original, que é a filha dela”, afirma Gabriel Villela.

Luana conciliou a temporada carioca do infantil com as filmagens de dois longas-metragens: Réveillon, uma produção da O2, com direção de Fabio Mendonça; Durante a temporada em Belo Horizonte, Luana grava Dupla Identidade, minissérie de Glória Perez, dirigida por Mauro Mendonça Filho.

Local: Grande Teatro do SESC Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046 – Centro)
Classificação: Livre
Duração: 60 minutos

Ingressos:
Plateia I - R$90,00 (inteira) | R$45,00 (meia para estudante e terceira idade)
Plateia II (filas A a M) - R$70,00 (inteira) | R$35,00 (meia para estudante e terceira idade)
Plateia II - (filas N a T) - R$50,00 (inteira) | R$25,00 (meia para estudante e terceira idade)
Plateia III - R$50,00 (inteira) | R$25,00 (meia para estudante e terceira idade)
Data:13/12/2014 à 14/12/2014
Horário:Sábado, 17h, domingo, 11h
Local:Sesc Palladium
Info venda:(31) 3270-8100

Luana Piovani traz a Belo Horizonte musical infantil inédito com Canções de Raul Seixas

Luana Piovani traz a Belo Horizonte musical infantil inédito com Canções de Raul Seixas

http://www.bheventos.com.br/noticia/11-16-2014-luana-piovani-traz-a-belo-horizonte-musical-infantil-inedito-com-cancoes-de-raul-seixas

Texto de Adriana Falcão, o premiado “Mania de Explicação”, ganha adaptação do diretor Gabriel Villela, conhecido dos mineiros pela parceria com o Grupo Galpão

16/11/2014 às 16h15
Mania
Sucesso de público no Rio de Janeiro e em São Paulo, com mais de 18 mil espectadores nas duas cidades, o clássico “Mania de Explicação” chega a BH em nova montagem. Dirigido por Gabriel Villela, com trilha de Raul Seixas, o musical infantil conta com Luana Piovani no papel da protagonista, a menina Isabel. As apresentações acontecerão nos dias 13 e 14 de dezembro, sábado às 17h, domingo às 11h, no Grande Teatro do SESC Palladium.

"Mania de Explicação" faz temporada em Belo Horizonte com apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, viabilizado pelo Jornal o Tempo e pelo patrocínio de pessoas físicas, por meio do Instituto Unimed-BH, instituição sem fins lucrativos que tem como missão conduzir o programa de Responsabilidade Social da Unimed-BH e que está comemorando 10 anos. O patrocínio nacional do espetáculo é do Banco Itaú e da Porto Seguro.

Com o objetivo de despertar a sensibilidade e a curiosidade de enxergar a vida a partir de vários ângulos e perspectivas, o espetáculo é a porta de entrada de um mundo lúdico e cheio de questionamentos, onde as palavras e seus significados podem levar os espectadores a uma aventura filosófica impulsionada pelos sentimentos.

Em sua quarta produção infantil, a atriz Luana Piovani repete a bem-sucedida parceria com Gabriel Villela, depois do espetáculo “O Soldadinho e a Bailarina”. Gabriel assina a direção, cenário e figurinos da montagem,  que conta ainda com Ernani Maletta na direção musical e traz no elenco, além de Luana, os atores Felipe Brum, Nábia Vilela, Luiz Araújo, Letícia Medella e Diogo Almeida.

“A originalidade contida no livro de Adriana está exatamente no fato de ela ter um conceito de síntese muito grande sobre as aventuras de uma criança que pergunta tudo, na graça com que ela concebe as palavras dessa criança inspirada no personagem original, que é a filha dela”, afirma Gabriel Villela.

Luana conciliou a temporada carioca do infantil com as filmagens de dois longas-metragens: Réveillon, uma produção da O2, com direção de Fabio Mendonça; Durante a temporada em Belo Horizonte, Luana grava Dupla Identidade, minissérie de Glória Perez, dirigida por Mauro Mendonça Filho.

Sobre o espetáculo
Com realização de Luana Piovani Produções Artísticas e produção da NOVE Produções Culturais, o musical infantil conta a história de Isabel (Luana Piovani), uma menina de 12 anos que tem mania de explicação. Ela desconstrói o significado de palavras do dia a dia para reconstruí-las à sua maneira. Aguçada pela curiosidade da descoberta e motivada pela infinita fonte de desdobramentos que as palavras causam como efeito em seus pensamentos, Isabel não se cansa de tentar decifrar o mundo a sua volta. Uma menina que gostava de inventar uma explicação para cada coisa (EXPLICAÇÃO é uma frase que se acha mais importante do que a palavra). As pessoas até se irritavam (IRRITAÇÃO é um alarme de carro que dispara bem no meio de seu peito) com aquela menina explicando o tempo todo o que a população inteira já sabia. Quando ela se dava conta, todo mundo tinha ido embora. Então ela ficava lá, explicando, sozinha. (SOLIDÃO é uma ilha com saudade de barco. SAUDADE é quando o momento tenta fugir da lembrança pra acontecer de novo e não consegue. LEMBRANÇA é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.)

Na véspera de seu aniversário de 13 anos, as descobertas da menina Isabel ajudarão a explicar seu mundo, transformarão suas fantasias e revelarão o poder de realizar seus sonhos e de entender que aquilo que não tem explicação, não é para ser explicado mesmo. Melhor sentir.

Sobre figurinoas e Trilha sonora
Os figurinos são sempre um diferencial nas produções assinadas pelo premiado Gabriel Villela. Desta vez, um verdadeiro ateliê de costura foi montado para que uma equipe de costureiras e bordadeiras trabalhasse durante os ensaios e produzissem as roupas no corpo dos atores.

“Levamos para cena várias funções que as artes cênicas reúnem debaixo das suas asas, a dança, o canto e as artes plásticas, uma vez que os figurinos e o cenário dos meus espetáculos costumam ser muito bem elaborados, muito bem acabados, detalhados. E nós sabemos que os deuses do teatro moram nos detalhes”, explica Villela.

Já as canções, de autoria de Raul Seixas, são executadas ao vivo pelo atores, acompanhados de uma trilha composta especialmente para a montagem e arranjos originais de Ernani Maletta, que assina a direção musical do espetáculo.

“Usamos canções do Raul que até outrora tiveram impacto de contraste durante o regime de exceção que vivemos na década de 70, mas hoje elas ilustram, elas colorem o pensamento da nossa protagonista, uma menina iconoclasta, que não se enquadra nos padrões normais de perguntas e respostas de uma criança da sua idade”, completa o diretor.

BH recebe o espetáculo MANIA DE EXPLICAÇÃO, com Luana Piovani

    Mania de explicação, com Luana Piovani / Foto: Gustavo Bordallo
    LUANA PIOVANI TRAZ A BELO HORIZONTE MUSICAL INFANTIL INÉDITO COM CANÇÕES DE RAUL SEIXAS 
     
    Texto de Adriana Falcão, o premiado “Mania de Explicação”, ganha adaptação do diretor Gabriel Villela, conhecido dos mineiros pela parceria com o Grupo Galpão, e conta a história de uma menina na busca incansável de decifrar o mundo a sua volta 
     
    Sucesso de público no Rio de Janeiro e em São Paulo, com mais de 18 mil espectadores nas duas cidades, o clássico “Mania de Explicação” chega a BH em nova montagem. Dirigido por Gabriel Villela, com trilha de Raul Seixas, o musical infantil conta com Luana Piovani no papel da protagonista, a menina Isabel. As apresentações acontecerão nos dias 12 e 13 de dezembro, sábado às 17h, domingo às 11h, no Grande Teatro do SESC Palladium.
     
    Com o objetivo de despertar a sensibilidade e a curiosidade de enxergar a vida a partir de vários ângulos e perspectivas, o espetáculo é a porta de entrada de um mundo lúdico e cheio de questionamentos, onde as palavras e seus significados podem levar os espectadores a uma aventura filosófica impulsionada pelos sentimentos.
     
    Em sua quarta produção infantil, a atriz Luana Piovani repete a bem-sucedida parceria com Gabriel Villela, depois do espetáculo “O Soldadinho e a Bailarina”. Gabriel assina a direção, cenário e figurinos da montagem, que conta ainda com Ernani Maletta na direção musical e traz no elenco, além de Luana, os atores Felipe Brum, Nábia Vilela, Luiz Araújo, Letícia Medella e Diogo Almeida.
     
    “A originalidade contida no livro de Adriana está exatamente no fato de ela ter um conceito de síntese muito grande sobre as aventuras de uma criança que pergunta tudo, na graça com que ela concebe as palavras dessa criança inspirada no personagem original, que é a filha dela”, afirma Gabriel Villela.
     
    Luana conciliou a temporada carioca do infantil com as filmagens de dois longas-metragens: Réveillon, uma produção da O2, com direção de Fabio Mendonça; Durante a temporada em Belo Horizonte, Luana grava Dupla Identidade, minissérie de Glória Perez, dirigida por Mauro Mendonça Filho.
     
    Sobre o espetáculo
     
    Com realização de Luana Piovani Produções Artísticas e produção da NOVE Produções Culturais, o musical infantil conta a história de Isabel (Luana Piovani), uma menina de 12 anos que tem mania de explicação. Ela desconstrói o significado de palavras do dia a dia para reconstruí-las à sua maneira. Aguçada pela curiosidade da descoberta e motivada pela infinita fonte de desdobramentos que as palavras causam como efeito em seus pensamentos, Isabel não se cansa de tentar decifrar o mundo a sua volta. Uma menina que gostava de inventar uma explicação para cada coisa (EXPLICAÇÃO é uma frase que se acha mais importante do que a palavra). As pessoas até se irritavam (IRRITAÇÃO é um alarme de carro que dispara bem no meio de seu peito) com aquela menina explicando o tempo todo o que a população inteira já sabia. 
     
    Quando ela se dava conta, todo mundo tinha ido embora. Então ela ficava lá, explicando, sozinha. (SOLIDÃO é uma ilha com saudade de barco. SAUDADE é quando o momento tenta fugir da lembrança pra acontecer de novo e não consegue. LEMBRANÇA é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.)
     
    Na véspera de seu aniversário de 13 anos, as descobertas da menina Isabel ajudarão a explicar seu mundo, transformarão suas fantasias e revelarão o poder de realizar seus sonhos e de entender que aquilo que não tem explicação, não é para ser explicado mesmo. Melhor sentir.
     
     http://www.cultcircuito.com.br/component/k2/item/176-bh-recebe-o-espetaculo-mania-de-explicacao-com-luana-piovani/176-bh-recebe-o-espetaculo-mania-de-explicacao-com-luana-piovani
    Sobre Figurinos e Trilha Sonora
     
    Os figurinos são sempre um diferencial nas produções assinadas pelo premiado Gabriel Villela. Desta vez, um verdadeiro ateliê de costura foi montado para que uma equipe de costureiras e bordadeiras trabalhasse durante os ensaios e produzissem as roupas no corpo dos atores.
     
    “Levamos para cena várias funções que as artes cênicas reúnem debaixo das suas asas, a dança, o canto e as artes plásticas, uma vez que os figurinos e o cenário dos meus espetáculos costumam ser muito bem elaborados, muito bem acabados, detalhados. E nós sabemos que os deuses do teatro moram nos detalhes”, explica Villela.
     
    Já as canções, de autoria de Raul Seixas, são executadas ao vivo pelo atores, acompanhados de uma trilha composta especialmente para a montagem e arranjos originais de Ernani Maletta, que assina a direção musical do espetáculo.
     
    “Usamos canções do Raul que até outrora tiveram impacto de contraste durante o regime de exceção que vivemos na década de 70, mas hoje elas ilustram, elas colorem o pensamento da nossa protagonista, uma menina iconoclasta, que não se enquadra nos padrões normais de perguntas e respostas de uma criança da sua idade”, completa o diretor.
     
     
     
     
    SERVIÇO: Espetáculo “Mania de Explicação” – Direção Gabriel Villela
    Datas: 13 e 14 de dezembro (sábado, 17h, domingo, 11h)
    Local: Grande Teatro do SESC Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046 – Centro)
    Classificação: Livre
     
    Ingressos:
    Plateia I - R$90,00 (inteira) | R$45,00 (meia para estudante e terceira idade)
    Plateia II (filas A a M) - R$70,00 (inteira) | R$35,00 (meia para estudante e terceira idade)
    Plateia II - (filas N a T) - R$50,00 (inteira) | R$25,00 (meia para estudante e terceira idade)
    Plateia III - R$50,00 (inteira) | R$25,00 (meia para estudante e terceira idade)    
     
    Informações para o público: (31) 3270-8100
     
     
     

    Mania de Explicação” chega a BH no SESC Palladium, em nova montagem com Luana Piovani,

    MANIA DE EXPLICAÇÃO

    SESC Palladium
    PERÍODO DE 13/12/2014 a 14/12/2014
    Endereço: Av. Augusto de Lima, 420 - Centro Belo Horizonte/MG
    Como chegar

    Luana Piovani traz a BH o musical infantil inédito com canções de Raul Seixas, o premiado “Mania de Explicação”.

    O clássico “Mania de Explicação” chega a BH no SESC Palladium, em nova montagem com Luana Piovani, nos dias 13 e 14 de Dezembro. Sucesso de público no Rio de Janeiro e em São Paulo, com mais de 18 mil espectadores nas duas cidades, a peça é dirigida por Gabriel Villela, com trilha de Raul Seixas. O musical infantil conta com Luana Piovani no papel da protagonista, a menina Isabel. As apresentações acontecerão nos dias 13 e 14 de dezembro, sábado às 17h, domingo às 11h, no Grande Teatro do SESC Palladium. Com o objetivo de despertar a sensibilidade e a curiosidade de enxergar a vida a partir de vários ângulos e perspectivas, o espetáculo é a porta de entrada de um mundo lúdico e cheio de questionamentos, onde as palavras e seus significados podem levar os espectadores a uma aventura filosófica impulsionada pelos sentimentos.
    SERVIÇO:
    Espetáculo “Mania de Explicação” – Direção Gabriel Villela
    Datas: 13 e 14 de dezembro (sábado, 17h, domingo, 11h)
    Local: Grande Teatro do SESC Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046 – Centro)
    Classificação: Livre
    Duração: 60 minutos
    Ingressos: Plateia I - R$90,00 (inteira) | R$45,00 (meia para estudante e terceira idade)
    Plateia II (filas A a M) - R$70,00 (inteira) | R$35,00 (meia para estudante e terceira idade)
    Plateia II - (filas N a T) - R$50,00 (inteira) | R$25,00 (meia para estudante e terceira idade)
    Plateia III - R$50,00 (inteira) | R$25,00 (meia para estudante e terceira idade)    

    Sobre o espetáculo - Com realização de Luana Piovani Produções Artísticas e produção da NOVE Produções Culturais, o musical infantil conta a história de Isabel (Luana Piovani), uma menina de 12 anos que tem mania de explicação. Ela desconstrói o significado de palavras do dia a dia para reconstruí-las à sua maneira. Aguçada pela curiosidade da descoberta e motivada pela infinita fonte de desdobramentos que as palavras causam como efeito em seus pensamentos, Isabel não se cansa de tentar decifrar o mundo a sua volta. Uma menina que gostava de inventar uma explicação para cada coisa (EXPLICAÇÃO é uma frase que se acha mais importante do que a palavra). As pessoas até se irritavam (IRRITAÇÃO é um alarme de carro que dispara bem no meio de seu peito) com aquela menina explicando o tempo todo o que a população inteira já sabia. Quando ela se dava conta, todo mundo tinha ido embora. Então ela ficava lá, explicando, sozinha. (SOLIDÃO é uma ilha com saudade de barco. SAUDADE é quando o momento tenta fugir da lembrança pra acontecer de novo e não consegue. LEMBRANÇA é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.) Na véspera de seu aniversário de 13 anos, as descobertas da menina Isabel ajudarão a explicar seu mundo, transformarão suas fantasias e revelarão o poder de realizar seus sonhos e de entender que aquilo que não tem explicação, não é para ser explicado mesmo. Melhor sentir.

    domingo, 5 de outubro de 2014

    O que eu achei:

    ate-papo com convidados

    BATE-PAPO COM CLEIDE QUEIROZ - 24/10/2001 ÀS 17H00

    Cleide Queiroz, atriz
    Atriz conversou sobre sua atuação na peça "Gota DŽágua", tragédia de Chico Buarque e Paulo Pontes, em cartaz no TBC, em São Paulo.
     (17:11:39) Cleide Queiroz: Boa Tarde a todos, e gostaria de convidar a todos para assistir a peça "Gota dŽÁgua" de Chico Buarque de Hollanda e Paulo Pontes, com direção de Gabriel Villela, no TBC - Rua Major Diogo, em São Paulo. Estaremos nas próximas quintas, sextas e sábos às 20h , e no domingo às 20h.

     (17:11:51) samantha fala para Cleide Queiroz: olá. como é ser a medéia brasileira?

     (17:13:20) amanda fala para Cleide Queiroz: esse é um texto dificil? lembra uma peça clássica grega ou o chico mexeu tanto que Žperdeu essa característica?

     (17:14:41) Cleide Queiroz: aamantha: é uma grande responsabilidade. Eu concluí no processo de criação da Joana, que é a medéia brasileira, que a mulher da mitologia grega - que é a medéia - a mulher continua no mesmo patamar: sofrendo e assumnindo tudo.

     (17:15:30) Cleide Queiroz: amanda: Naõ. O Chico Buarque e o Paulo Pontes escreveram baseados na Medéia de Eurípedes.

     (17:15:41) Adorável Canalha fala para Cleide Queiroz: Boa Tarde, Cleide.. É um prazer e um privilégio poder conversar com vc...

     (17:16:15) sarampo fala para Cleide Queiroz: cleide, o chico acompanhou essa montagem?

     (17:16:53) Cleide Queiroz: Adorável Canalha: Respondendo como Cleide, eu odeio os Canalhas,. Respondendo como Joana, Jazão é um canalha e a Joana sabe o que fazer com isso.

     (17:16:54) Creonte fala para Cleide Queiroz: na sua opinião, qual o momento mais legal do espetáculo e o mais difíl para vc como atriz?

     (17:17:46) doente fala para Cleide Queiroz: vcs sairão pelo brasil?

     (17:18:02) Cleide Queiroz: sarampo: Não. Eles estava cheio de compromissos no Rio. Quando fiz Morte e Vida, no Rio, ele foi me ver. Só me mandou um beijo. E isso me deixou bastante feliz.

     (17:18:06) Creonte fala para Cleide Queiroz: A direção é do Gabriel Villela certo? Como foi trabalhar com ele?

     (17:19:18) Cleide Queiroz: Creonte: O mais legal é quando me vingo do Creonte, quando ele me dá mais um dia pra pensar... não se dá mais um dia pra uma bruxa. E o mais difícil é quando o Jazão manda espancar a Joana.

     (17:20:07) Cleide Queiroz: doente: Ainda não, porque o espetáculo estreou agora. Primeiro ele tem de ter uma vida em SP, só depois os organizadores pensam nas turnês.

     (17:20:41) luana fala para Cleide Queiroz: vc tem vontade de trabalhar na TV? Sei que faz cinema e está ótima no filme Domésticas.....tem algum projeto para a telona?

     (17:22:41) Cleide Queiroz: Creonte: O Gabriel tem um trabalho específico. Já trabalhei com outros diretores, mas o Gabriel é diferente. Ele levou o espeátulo para o lado épico, mítico e isso é bem difícil. Tudo é baseado no teatro de Heiner Muller, Eurípedes e a trgédia brasileira do Chico. É compplicado, mas o ator acaba entendendo a linguagem dele. O ator deve estra sempre atento ao trabalho do Gabriel, para não se perder.

     (17:22:45) podre fala para Cleide Queiroz: dá pra viver de teatro no brasil?

     (17:22:46) Anna Paula fala para Cleide Queiroz: OI, eu gostaria de saber qual a sua formação em música, canto .

     (17:24:56) Cleide Queiroz: luana: O meu trabalho ficou especificamente no teatro. Televisão, esporadicamente. Como fiz cinema, gosto muito de fazer. Participei de Pixote, Hora de Estrela, e agora o sucesso Domésticas. Adoro cinema, mais que televisão, mas se tiver de escolher prefiro o cinema. Também gostaria de fazer mais televisão. Na minha opinião, todo ator deveria começar pelo teatro, e depois partir para TV e cinema.

     (17:25:00) Fernanda fala para Cleide Queiroz: Este é o trabalho mais importante de sua carreira, Cleide?

     (17:26:30) Cleide Queiroz: podre: Não. Principalmente quem está começando. Tenho 33 anos de carreira e só da década de 80 pra cá comecei a viver de teatro. Pra viver tive de me virar com muitas outras coisa: já trabalhei de produtora, fazia artesanatos...

     (17:28:38) neguinho fala para Cleide Queiroz: cleide, vc sofreu dificuldades na carreira por ser negra? se sim, de que tipo?

     (17:28:38) Cleide Queiroz: Anna Paula: Eu sou brasileira, pobre, negra, mulher e resolvi ser atriz. Então à revelia da família, que não gosta do que faço, não tive como fazer escolas de teatro. Assim, tive de fazer teatro amador e fiz todos os cursos que puderam me ajudar: sapateado, canto, maquiagem... O ator não pode parara de estudar. Esta é minha formação: brasileira!

     (17:29:47) Cleide Queiroz: Fernanda: Pra eu mostrar meu trabalho de atriz, é sim. Mas do jeito que trabalho com paixão, todos foram importantes.

     (17:29:52) Creonte fala para Cleide Queiroz: Qual é o maior desafio na Gota DŽAgua?

     (17:31:07) Cleide Queiroz: neguinho: Todas as dificuldades. Sou neguinha! Você nunca é tipo. Não me deixaram fazer Branca de neve, nem Cinderela, Rainha de Hamellet. Muito menos comerciais de creme dental e shampoo, porque cabelo de neguinha não mexe muito.

     (17:32:08) JOSELITO fala para Cleide Queiroz: CLEIDE, VALE A PENA SER ATRIZ DE TEATRO?

     (17:32:17) Cleide Queiroz: Creonte: O espetáculo todo é um desafio. Tem uma cena, quando a Joana perde Jazão de ve. Esta parte da interpretação é muito difícil.

     (17:32:54) Cleide Queiroz: JOSELITO: Vale muito! Embora o único pagamento que o ator tem são os aplausos no final, mas vale muito a pena.

     (17:33:37) Atreu fala para Cleide Queiroz: Cleide, boa tarde. Acabo de entrar, e gostaria de saber se vc está interpretando o papel de Joana.

     (17:34:11) Cleide Queiroz: Atreu: Que nome lindo!! Sim, eu sou a Joana.

     (17:34:22) ROMILDO fala para Cleide Queiroz: CLEIDE, conte-nos um pouco sobre o que trata a peça

     (17:34:24) Fã da Cleide fala para Cleide Queiroz: Sou sua fã.Estou aqui somente para te dar um grande beijo.

     (17:35:16) Creonte fala para Cleide Queiroz: Achei a cena da morte dos filhos simplesmente maravilhosa...vc deu um show de interpretação...Foi dificíl fazer essa cena?

     (17:36:32) Cleide Queiroz: ROMILDO: A peça foi baseada em Medéia, de Eurípedes, e trata dos relacionamentos entre homem e mulher. Para fazer a peça pesquisei muito a história dos personagem, e isso me fez descobrir que os relacionamentos humanos vão muito além do contato homem e mulher, mas sim das amizades, dos filhos, das conquistas e separações. Sentimentos que fazem, muitas vezes, pessoas sentirem raiva.

     (17:36:38) Atreu fala para Cleide Queiroz: Obrigado, Cleide. Atreu é aparentemente foi um argólida, assim como Jasão. Diga-me, vc chegou a conversar com Bibi Ferreira, que criou o papel de Joana?

     (17:36:45) tiger fala para Cleide Queiroz: só por ser pobre,negra,e mulher,nào faz de vc pior nem melhor.E ser brasileiro,então,é um privilégio neste tempo de guerra

     (17:37:01) Cleide Queiroz: Fã da Cleide: Sou sua fã també. Muito obrigada!!

     (17:37:29) mmm fala para Cleide Queiroz: Até quando a peça fica em cartaz?

     (17:38:18) Cleide Queiroz: Creonte: Foi muito difícil. E gostei do que um amigo falou: "Foi a morte mais bonita do teatro brasileiro". Quando a cena termina, nem consigo repirar, de tão forte que é.

     (17:38:32) Miguel fala para Cleide Queiroz: Oi, Cleide, não te vejo desde "O Mambembe" e fico feliz de ver tantas pessoas dizendo que você está maravilhosa... uai..... vc sempre foi maravilhosa

     (17:39:44) Cleide Queiroz: Atreu: Este é um de meus sonhos. Gostaria de conversar com ela para me dar uma dicas. Certamente a Bibi fez a Joana mais inesquecível do teatro. Sem dúvida ela é uma grande diretora e grande atriz.

     (17:40:29) juliano fala para Cleide Queiroz: cleide, qual texto vc ainda gostaria de interpretar?

     (17:40:37) Cleide Queiroz: tiger: é verdade! Só quem sente na pele sabe como é. Adoro ser brasileira, ser negra, ser atriz e ser mulher.

     (17:41:20) Cleide Queiroz: mmm: Em princípio, até 23 de dezembro. Ainda não há planos de excursões. Só vamos saber o ano que vem.

     (17:42:08) Cleide Queiroz: Miguel: Vai me ver no teatro. E depois vai me dar um abraço. Depois da peça, eu saio esgotada e precisando de beijos e abraços.

     (17:42:59) Klar fala para Cleide Queiroz: Oi, Cleide. Sou estudande de Relações Públicas da ECA_USP, e temos um trabalho/seminário q pretende avaliar a importância da Lingua Portuguesa nas profissões e na organização social. Gostariamos muito de entrevistá-la. Será q existe essa possibilidade? Com quem devemos falar? Tem um fone, ou coisa parecida pra contato?

     (17:43:10) Anna Paula fala para Cleide Queiroz: Espero que vocês quenham para o Rio de Janeiro, eu sou fã desta obra e gostaria muito d e poder assistir uma montagem de críticas tão boas !

     (17:43:11) Cleide Queiroz: juliano: Todos que tenham mulheres marcantes, e homens marcantes também. Gostaria de interpretar um homem. Já fiz até bichos, para teatro infantil.

     (17:44:17) senior fala para Cleide Queiroz: Como encenar uma peça que está tão umbilicalmente ligada a Bibi, que inclusive era esposa do Paulo Pontes, sem o fantasma daquela montagem?

     (17:45:04) Cleide Queiroz: Klar: Pode me ligar no 3825-8793. Eu acho muito importante se falar a língua pátria em qualquer porfissão. Sou professora de técnica vocal e acho que o brasileiro está falando muito mal a língua pátria.

     (17:46:50) Cleide Queiroz: Anna Paula: Não há, até agora, projetos de irmos para o Rio. A Bárbara Heleodora vei a São Paulo e fez uma linda crítica sobre meu trabalho e a peça. Mas ainda temos de esperar 2002 para sabermos a decisão dos produtores sobre apresentações em outras cidades.

     (17:46:56) ZkBitt fala para Cleide Queiroz: Como vc se prepara para ter tanta força vocal, fisica e energética em cena?

     (17:49:14) Cleide Queiroz: senior: No começo, as pessoas cobravam isso de nós. Não dá pra se fazer um espetáculo, feito há 30 anos, da mesma maneira. A situação política do Brasil mudou muito. Gabriel, o diretor, fez a sua montagem na linguagem atual. Mas o espetáculo vai ser sempre da Bibi. A peça foi escrita para ela.

     (17:50:39) Beth fala para Cleide Queiroz: Olá Cleide... Então vc é professora de técnica vocal? Como tem visto a preparação vocal dos atores no teatro hoje em dia? Me parece que isto não está sendo muito levado a sério, tenho visto peças onde atores erram entonações, não podem ser ouvidos corretamente e às vezes usam microfones em espaços relativamente pequenos como o Sesc Belenzinho...

     (17:51:58) Cleide Queiroz: ZkBitt: Tem toda uma preparação. Primeiro fiz toda uma pesquisa histórica. Depois tem toda a explicação do diretor, que nos mostra a linha que devemos seguir. Em seguida, a preparação vocal e estou fora do meu naipe. O Gabriel pediu uma voz grave, e estou trabalhando nisso. A Babaya E Ernane Maleta fizeram este trabalho comigo.

     (17:52:19) ZkBitt fala para Cleide Queiroz: O q vc acha dos personagens negros de nossa dramaturgia? Serao eles sempre colocados como secundarios ou os herois negros brasileiros serao sempre Zumbi e Orfeu da Conceição?!?

     (17:56:31) Cleide Queiroz: Beth: Adorei sua pergunta. Está acontecendo um fonêmeno no teatro brasileiro. Estou sentindo um desinteresse. A primeira coisa que falo do aluno que a aula é chata mesmo. Conversei com outros professores que passam pela mesma dificuldade: o desinteresse. Sou uma professora que preza a pesquisa, e hoje muita genta não quer adotar esta técnica.

     (17:59:16) Cleide Queiroz: ZkBitt: A dramaturgia negra é muito pequena. É tudo tão recente no Brasil, que o o negro só recentemente está revirando suas origens. E claro, isso se reflete nas artes. Temos poucos dramaturgos negros que escrevem sobre negros. Por outro lado, na África existem muitos personagens heróicos negros. Mas vamos caminhando, e tentando corrigir esta falha.

     (18:01:02) Cleide Queiroz: Quero agradecer todas as perguntas. Adorei. Gostaria que estas pessoas que participaram fosse ver a peça, no TCC, em São Paulo. A peça eestá em cartaz todas as quintas, sextas, sábados e domingos. Espero beijos e abraços de todos vocês lá no teatro!

     (18:01:20) Selecionador UOLO UOL agradece a presença de todos. Boa noite.

    sexta-feira, 26 de setembro de 2014

    Mania de Explicação


    Mania de Explicação
    (Para Ana Carolina Grether, com quem compartilho o interesse pelos recados que o coração sempre está precisando mandar)
    Por Ana Lucia Gondim Bastos

    “Não tenho medo de crescer”- diz Isabel na véspera do seu aniversário de 13 anos – “Tenho medo de crescer por fora e continuar pequena por dentro!”. E é assim, num mergulho em suas diversas indagações e inseguranças em relação às suas construções acerca do (re)conhecimento das coisas do mundo e de seus próprios sentimentos, que Isabel encanta adultos e crianças na peça “Mania de Explicação” que Luana Piovani traz a São Paulo, baseado no livro de Adriana Falcão (diga-se de passagem, livro que já mora em meu baú de histórias, há algum tempo).  Para facilitar o entendimento das coisas, às vezes, precisamos ir fundo nelas, também descobre, a menina. A facilidade nada tem a ver com a superficialidade!  Todo período de ruptura, de grande transformação e de importantes decisões precisa desse aprofundamento em todos os sentidos que vão sendo, ininterruptamente, construídos para/na nossa experiência no mundo, aprofundamento naquilo que faz com que desenhemos nosso caminho de maneira única e autoral.
    Adverte a lagarta que já se sabe futura borboleta: “quem é dono do próprio nariz e faz o melhor que pode na direção do que deseja, não tem que ter medo do por vir". Mas, e quando ainda não se sabe o que se deseja ou que história se quer contar? Aí não tem jeito, é se conformar e pegar a estrada que nos leva pra dentro da gente, sabendo necessária a disposição para (re) encontrar cobras e lagartos que habitam ou já habitaram nossos armários, sótãos  e porões, mas, também, nossos sonhos, amigos imaginários e toda sorte de personagem que dá ou  já deu contorno às nossas dúvidas, aos nossos medos, às nossas ambiguidades e a tudo mais que cabe no registro de sentimento. Lembrando que sentimento, também definiu Isabel, “é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado”.
    Toda essa inevitável, às vezes cansativa e sempre repleta de inseguranças, busca por caminhos e sentidos, tecendo tramas de relações e afetos que nos vinculam e nos fazem nos apropriar de nossas narrativas de vida, é muito mais leve se contamos com uma boa dose de poesia e alegria. Nesta peça essa possibilidade de leveza é apresentada com a costura do texto realizada  através de músicas de Raul Seixas cantadas pelo elenco, num cenário de muita magia, texturas e cores.
    Depois de Alice no País das Maravilhas (2003) e O Pequeno Príncipe (2006), Luana encara mais uma viagem na auto descoberta, mais uma viagem daquelas que o processo é mais importante do que o destino, porque só sabemos do destino quando já nos percebemos chegados e prontos para a próxima aventura... 

    Mania de explicação! Na semana passada Manu e eu tivemos nosso primeiro passeio só de meninas com as amigas Júlia e Clara, filhas de Aline Kelly, colaboradora do @maecomfilhos. Eu, que comecei a blogar em 2005 para contar do “consumo de cultura em família” com meus meninos, preciso me ajustar à realidade de que os adolescentes que tenho em casa não vão mais curtir me acompanhar em tudo! Mas confesso que ao ganhar da Gol os convites para o musical infantil com canções de Raul Seixas, pensei até em dissuadi-los. Raulzito me parece eternamente adolescente e o livro de Adriana Falcão que deu origem ao espetáculo Mania de Explicação também me parece daqueles que todo mundo gosta. Mas aí lembrei do quanto Aline gosta de Raul – seu pai, que faleceu quando ela era adolescente ainda, ouvia com ela – e como as meninas são leitoras ávidas e curiosas com o mundo. O objetivo da peça é este: despertar a sensibilidade e a curiosidade de enxergar a vida a partir de vários ângulos e perspectivas, o espetáculo é a porta de entrada de um mundo lúdico e cheio de questionamentos, onde as palavras e seus significados podem levar os espectadores a uma aventura filosófica impulsionada pelos sentimentos. Posso dizer que alcança o objetivo – apesar de eu achar que manter o ritmo das canções sem um ajuste do milênio comprometeu, pois as crianças de hoje são mais elétricas, né? Mas a produção as ganha! Em sua quarta peça infantil, a atriz Luana Piovani repete a bem-sucedida parceria com Gabriel Villela, depois do espetáculo O Soldadinho e a Bailarina. Gabriel assina a direção, cenário e figurinos da montagem, que conta ainda com Ernani Maletta na direção musical e traz no elenco, além de Luana, os atores Felipe Brum, Nábia Vilela, Luiz Araújo, Letícia Medella e Diogo Almeida. “A originalidade contida no livro de Adriana está exatamente no fato de ela ter um conceito de síntese muito grande sobre as aventuras de uma criança que pergunta tudo, na graça com que ela concebe as palavras dessa criança inspirada no personagem original, que é a filha dela”, afirma Gabriel Villela. Recomendo a peça, especialmente para quem tem filhos entre 5 e 11 anos. As meninas de Aline, com 7 e 9, curtiram! Manu, 1 ano, dançou com as músicas e achou tudo bonito, mas se divertiu mesmo andando pelo teatro, que, felizmente, recebe as crianças sem reclamações! P.S. Curiosidade: a também mãe Luana Piovani conciliou a temporada carioca do espetáculo infantil com as filmagens de dois longas-metragens: Réveillon, uma produção da O2, com direção de Fabio Mendonça. E durante parte da temporada em São Paulo, Luana gravou Dupla Identidade, minissérie de Glória Perez, dirigida por Mauro Mendonça Filho.
    http://www.avidaquer.com.br/mania-de-explicacao/
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