segunda-feira, 14 de agosto de 2017

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Em adaptação de Gabriel Villela, ator Malvino Salvador dá vida a Boca de Ouro

Júlia Corrêa
10 Agosto 2017 | 13h01
Em mais uma adaptação de obra de Nelson Rodrigues, Gabriel Villela estreia, agora, Boca de Ouro. Em 1994, ele já havia dirigido ‘A Falecida’, com Maria Padilha no elenco. E, em 2009, ‘Vestido de Noiva’, com Leandra leal, Marcello Antony e Vera Zimmerman.
Nesta nova montagem, o palco é transformado em uma gafieira carioca dos anos 1950, na qual se revelam detalhes da morte do bicheiro Boca de Ouro, vivido por Malvino Salvador.
Foto: João Caldas
Investigando o caso, um repórter (Chico Carvalho) ouve diferentes versões do passado dele, contadas, com diversas contradições, pela ex-amante Dona Guigui (Lavínia Pannunzio). A cada relato da personagem, a arena da encenação gira – simbolizando o fim de um ciclo de vida.

Ao longo da peça, ícones do candomblé, na cenografia, e canções de Dalva de Oliveira, na trilha sonora, aparecem para salientar a atmosfera de subúrbio carioca.
O elenco do espetáculo traz ainda nomes como Mel Lisboa, Claudio Fontana e Leonardo Ventura.
100 min. 14 anos. ONDE: Tucarena (300 lug.). R. Monte Alegre, 1.024, Perdizes, 3670-8455. QUANDO: Estreia 6ª (11). 6ª e sáb., 21h; dom., 18h30. Até 29/10. QUANTO: R$ 50/R$ 70. http://cultura.estadao.com.br/blogs/divirta-se/com-direcao-de-gabriel-vilella-boca-de-ouro-traz-malvino-salvador-como-protagonista/

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Algumas opiniões sobre Boca de Ouro
Ensaio aberto do dia 8 de agosto de 2017
Repararam como a produção é cuidada nos mínimos detalhes? O público já está com o programa em mãos!
Bom, quem acompanha a trajetória do Gabriel Villela sabe que na estreia, antes, já está tudo certinho, pronto. E contribui para isso a produção do Claudio Fontana, que também cuida dos mínimos detalhes dessa área (BF Produções)

Foto 1
Natália Corrêa ( @natycorrea19 )
Hoje foi dia de ir a pré-estreia da peça "Boca de Ouro" de Nelson Rodrigues, com direção de Gabriel Villela.Obrigado @celiahelenaoficial por sempre conseguir essas oportunidades, cada vez mais feliz de ser uma atriz formada pela escola. #bocadeouro #soucelia #celiahelena #nelsonrodrigues #teatrosp #teatro#TEATROSIM
Tucarena Puc
4:08am 08/10/2017
Foto 2
Talita Costa ( @tahhhcosta )
Pré estréia❤ Sensacional !!! Malvino Salvador na peça Boca de Ouro #váaoteatro#Tuca #bocadeouro
TUCA - Teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
4:08am 08/10/2017
Foto 3
Mirella Damaso ( @midamaso )
Tietando o Malvino na pré-estreia da peça Boca de Ouro, patrocinado pela 2S. Baita peça!! Como em todas as peças do Gabriel Vilela, figurino, atuações e cenografia perfeitos! #bocadeouro #preestreia #baitapeça #equecrooner #revendoamigos#praesquecer #ojogodoverdão
TUCA - Teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
3:19am 08/10/2017
foto 4
Soraya Simões ( @soraya.simoes_mua )
Gabriel Villela nos presenteando mais uma vez com seu talento. A peça "Boca de Ouro" está incrível com elenco maravilhoso!! #bocadeouro #nelsonrodrigues #teatro#talento #kryolan
TUCA - Teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
4:02am 08/10/2017 0 7
Foto 5
Denis Denão ( @denisgomes834 )
Ele prometeu que me levaria à Europa para conhecer a Grace Kelly! #bocadeouro#tucarena #oourocompratudo
2:45am 08/10/2017 0 14
Foto 6
Débora Rocha ( @deborarocha_ag )
Pré da pré estreia de Boca de Ouro, no Tucarena, SP. Elenco phodastico, luz, direção, tudo incrível! Lavinia Pannunzio, amiga, vc merece todos os prêmios Shell! Obrigada pelo convite! #bocadeouro #laviniapannunzio #tucarena #gabrielvilella#marianaelisabetsky #mellisboa #malvinosalvador #chicocarvalho #claudiofontana
TUCA - Teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
4:42am 08/09/2017 1 42
foto 7
Raquel Higa ( @raquel_higa )
Hoje, tive o privilégio de assistir "Boca de Ouro", com a direção incrível de Gabriel Villela!! Parabéns para todos os envolvidos, em especial para @roselyfiorelli que fez um ótimo trabalho corporal e para @zguibueno que arrasou nos seus personagens!!A peça está maravilhosa!!Vale muito a pena!!🎭🎭🎭#mtobemacompanhada por @dudaeliot 👊🏼😘 #bocadeouro #nelsonrodrigues #peça #teatro #tucarena #adorei #valeapena #arte #cultura #vivaarte #friends #váaoteatro #mtacriatividade #figurinoslindos #otimosatores #musicaslindas #top
TUCA - Teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
4:02am 08/09/2017 1 47
#gabrielvillela
#claudiofontana
#jaeumsucesso
#soelogios
BOCA DE OURO COM DIREÇÃO DE Gabriel Villela
O teatro pulsa de uma maneira sublime em Boca de Ouro, direção Gabriel Villela
A imaginação sem limites do diretor faz com que a obra de Nelson Rodrigues ganhe uma montagem que ultrapassa tudo o que já tive a oportunidade de ver com relação à encenação das peças desse dramaturgo.
Gabriel já dirigiu Vestido de Noiva e A Falecida com muita competência, mas Boca de Ouro traz uma irreverência magnetizante, uma irreverência pautada, vale dizer, no conhecimento profundo do teatro em geral e de Nelson (Gabriel foi aluno do professor, escritor, pesquisador e crítico de teatro Sábato Magaldi e usou todo o seu aprendizado sobre o dramaturgo para a criação desse espetáculo, conforme já declarou em entrevistas).
Luz, arquitetura cênica - elementos de cena, figurinos, visagismo, trilha tocada - e cantada ao vivo - e o elenco formam um todo que atua em plena harmonia para que as ideias de Gabriel ganhem vida.
Vale sinalizar que interpretação dos atores, num tom melodramático, dá sustentação à história e ao emaranhado de emoções e sensações que ela transmite...
Um deslumbramento! Preciosismo no trabalho do diretor, do elenco, equipe criativa e técnica.
Depois escreverei para O De Olho Na Cena
A estreia é amanhã. Se eu fosse você eu não perderia Boca de Ouro
Com Malvino Salvador, Lavínia Pannunzio, Mel Lisboa, Claudio Fontana, Chico Carvalho, Leonardo Ventura, Cacá Toledo, Mariana Elisabetsky, Jonatan Harold e Guilherme Bueno. Estreia dia 11/8, no #Tucarena. #gabrielvillela #bocadeouro
Ingresso: www.ingressorapido.com.br.ou bilheteria do teatro.
http://www.teatrotuca.com.br/espetaculos/boca-de-ouro.html
Ficha Técnica
Texto: Nelson Rodrigues. Direção, Cenografia e Figurinos: Gabriel Villela. Elenco: Malvino Salvador, Lavínia Pannunzio, Mel Lisboa, Claudio Fontana, Chico Carvalho, Leonardo Ventura, Cacá Toledo, Mariana Elisabetsky, Jonatan Harold e Guilherme Gui Bueno. Iluminação: Wagner Freire. Direção Musical e preparação Vocal: Babaya Moraisa. Espacialização vocal e antropologia da voz: Francesca della Monica. Pianista: Jonatan Harold. Diretores assistentes: Ivan Andrade e Daniel Mazzarolo. Foto: João Caldas. Produção executiva: Luiz Alex Tasso. Direção de produção: Claudio Fontana.
#bocadeouro #gabrielvillela
Expressionismo e melodrama no Drácula de Madureira – o Boca de Gabriel Villela
por Luiz Carlos Merten
11 Agosto 2017
Havia pedido a meu amigo Gabriel Villela que homenageasse Odete Lara, colocando na sua Guigui um vestido de bolinhas como o que ela usava no filme que Nelson Pereira dos Santos adaptou da peça de Nelson Rodrigues, Boca de Ouro. O vestido dá a impressão de ter sido costurado no corpo da atriz. A jovem Odete era um assombro de curvas. Gabriel não atendeu ao meu pedido, mas é porque não cabia, na concepção dele. Fui ver ontem o Boca do Gabriel no Tucarena. Maravilhoso. Gabriel coloca na arena o texto rodriguiano na íntegra, mas o encena como nunca vi. É um verdadeiro, e grande, autor, o meu amigo. Gosto da versão de Nelson, o Pereira, e além dela vi, no palco, a de Zé Celso, que serviu para catapultar Reynaldo Giannechini, e também outra adaptação para cinema, por Walter Avancini, com Claudia Raia, na fase bagaceira, precedendo a de diva dos musicais. Jesus! Ruim demais da conta. Gabriel carrega todo o barroco dentro dele, e aquele guarda-sol de panos negros para acolher o Boca na hora da revelação sobre a mãe não o desmente. Mas o barroco é, como diria Daniel Filho, um plus a mais. A essência do seu Boca é expressionista. O Drácula de Madureira. E justamente por trabalhar essas linguagens, no plural – o barroco, o expressionismo, o tropicalismo – o verde da roupa de Celeste, o amarelo ouro do Boca – é que Gabriel precisa de outro figurino e também se sente à vontade para exercitar o melodrama. O maior de todos os mestres – Luchino Visconti – amava Verdi e o melodrama. Gabriel possui esse viés viscontiano. E ele absorveu – e transcendeu – a viagem que Sábato Magaldi faz em seu texto no programa. Nelson Rodrigues, Teatro da Obsessão. Ou de como Nelson rasgou o subconsciente e sondou raízes inconscientes para impregnar o mítico e o psicológico da dura seiva social. É o espectro completo que lhe permite construir sua encenação na gafieira e colocar, dentro dela, o Brasil. O que é a ‘verdade’? Certamente não é o que anda vendendo a imprensa, veja-se O Mercado da Notícia, de Jorge Furtado. O mito é costurado com fiapos de realidade, e é o que importa. O Boca de Ouro carrega, mais que qualquer outra encenação recente de Gabriel, o seu comentário – estético – sobre o triste estado do Brasil. O País à venda. Todo, do primeiro ao quarto poder. A Aquarela do Brasil e o corpo do malandro, que está lá estendido no chão. E Ne Me Quittes Pas, como celebração do melodrama. E Lencinho Branco. A desconstrução do Brasil, e do próprio melodrama. Gabriel leu e absorveu todo Brecht. E pisca o olho para nós, seu público. Tudo é encenação. O ator cata seu vidrinho de sangue falso e desenha, no próprio pescoço, a mordida fatal do vampiro. O antinaturalismo. Justamente, os atores. Ninguém passa impune pelas mãos do meu amigo. Durante boa parte do espetáculo, metamorfoseado em deus asteca, Malvino Salvador está quase irreconhecível para seu público – que o reencontra na ginga daquela dança. Guigui forja o Boca como personagem em seus sucessivos e contraditórios relatos. Lavínia Pannunzio, mesmo sem vestido de bolinhas, é genial no papel. E Mel Lisboa, Celeste, e Claudio Fontana, Leleco, e Chico Carvalho, Maria Luiza. Teria de elogiar e nominar um a um, porque todo o elenco é perfeito. Mas tem a Mariana Elisabetsky, preparada, musical e vocalmente, por Babaia e Francesca della Monica. Ave, Gabriel. Mais uma vez, e dessa vez mais ainda, me surpreendeste.
(foto: João Caldas)

Boca de Ouro . Entre batatas e pérolas.






Dizem que Nelson Rodrigues se inspirou no motorista do ônibus que costumava pegar para ir almoçar na sua mãe para criar o personagem Boca de Ouro. Esse motorista exibia, orgulhosamente, 27 dentes de , segundo ele mesmo , "ouro maciço, 24 quilates". A dentadura de ouro foi  levada pro subúrbio carioca, e, parida em ritmo de gafieira, virou dramaturgia de quilate incomparável!

Dizem também, mas esse dizer tem nome e sobrenome, participa da montagem como assistente de direção e, não por acaso, é meu filho, que: "Todo artista brasileiro de teatro em algum momento se depara com Nelson Rodrigues. Seja na escola ou profissionalmente. Seja por estudo, por curiosidade, por deleite ou por trabalho." (Daniel Mazzarolo).

Vou além. E ouso dizer que também o público brasileiro de teatro em algum momento se depara com Nelson Rodrigues. Tem que se deparar. Tem que enfrentar, descobrir, desvendar, com cautela, resistência e desconfianças rendidas até entregar-se  ao deleite  desarmado e apaixonado. 

E vou além. Talvez não haja porta de entrada mais reveladora e encantadora  para Nelson Rodrigues do que a arena construída por Gabriel Villela em Boca de Ouro! Arena é palco caprichoso e ambíguo. Se, por um lado, permite a visão cênica completa e desnuda, por outro, mantém clara a linha divisória entre o real e o irreal, uma vez que toda a preparação de entrada/saída cênica se passa aos olhos do público. Arena separa o ator do personagem. Permite a transformação de um no outro como em um ritual. Torna o palco/picadeiro em lugar sagrado onde essa "incorporação" faz o teatro acontecer. E ninguém orquestra esses ritos de passagem com tanta maestria como o Biel!

Em Boca de Ouro, a arena vira uma típica gafieira dos subúrbios cariocas dos anos 50. Gafieira multifuncional que abriga outros micro-universos derivados como a redação de um jornal, as casas dos outros núcleos, o reduto do bicheiro e até mesmo um necrotério. A iluminação difusa e objetos de referência pontuam cada cenário contido. Impecável! 

Falar sobre o efeito dos figurinos em qualquer produção do Biel é chover no molhado. Mas é também impossível não falar! Porque ele consegue SEMPRE surpreender e se superar! Os figurinos, em especial os femininos, são de uma beleza quase indecente! Sensuais, elaborados, coloridos, traumáticos em tantas tramas. O de Dona Guigui, por exemplo, ostenta uma rosa nas costas parcialmente desnudas que brinca entre transparência e tatuagem. Belíssima! As cabeças estão também particularmente maravilhosas! E, como não poderia faltar, as sempre golas , perucas e máscaras. Símbolos teatrais clássicos sempre travestidos para manter suas funções. Sempre me impressiono com essa capacidade! Mas o toque de genialidade, desta vez, fica por conta dos dedais que vestem os dedos dos personagens com uma sonoplastia absurda! ABSURDA!

O elenco reluz como o ouro. Midas multiplicados que, a cada toque - seja voz, seja postura, seja presença e até ausência - multiplicam ouros de interpretações inesquecíveis!  Malvino Salvador É Boca de Ouro! Mel Lisboa está absolutamente perfeita como Celeste! Lavinia Pannuzio encarna uma Dona Guigui inesperada! Chico Carvalho, mais uma vez, brilha! Que talento para converter-se em 2 personagens tão completos! Cacá Toledo, Leonardo Ventura, Guilherme Bueno também impecáveis!  Claudio Fontana me emocionou como Leleco...  Tantas nuances tão bem capturadas pelo Claudio... E, claro, os dedos mágicos de Jonatan Harold e a voz dadivosa de Mariana Elisabetsky! Elenco afinado que impressiona pelo equilíbrio entre o trágico e o cômico! E que retrata fielmente a ambivalência tragicômica tão característica de Nelson Rodrigues. 

Talvez seja esse o maior mérito do Boca de Ouro de Gabriel Villela! Manter-se fiel ao texto de Nelson Rodrigues, apenas destacando, no encontro equilibrista entre o cômico e o trágico, o que ele tem de mais potente: comportamentos obsessivos movidos por paixões avassaladoras; a morbidez e a ironia feroz; as portas do inconsciente que revelam os conflitos psicológicos; as relações pessoais mantidas pelos antagonismos, abusos e traições; o particular e o genérico que brincam com a universalidade tão específica; e, por fim,  os diálogos precisos que fazem pontes entre o imaginário e o real. O caráter mais expressivo de Boca de Ouro, as versões únicas oferecidas por Dona Guigui, são presentes cênicos! 

Não há como não destacar outra assinatura inconfundível do diretor: o esmero com a música! A musicalidade nas produções do Biel é sempre tão cuidada que é sempre convertida na personagem principal! E com uma função específica! Em Boca de Ouro, a música costura e une o que parece desconexo e descolocado. É pela música que a unidade se (re)compõe. Da abertura com Cidade Maravilhosa ao fechamento com De Frente pro Crime, passeamos pela voz de Mariana por clássicos da época. Arrisco dizer que foi a trilha sonora mais coerente e coesa das peças do Biel! Um colírio para os ouvidos! 

Uma noite de gala! E que continua ecoando pelos meus sentidos. E não deixo de pensar que realmente não há expressão mais batata que batata!

E me pego sonhando um novo sonho...Se algum dia eu for enforcada, POR FAVOR, que seja por um colar de pérolas!! 
https://alicequemedisse2.blogspot.com.br/2017/08/boca-de-ouro-entre-batatas-e-perolas.html

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Malvino Salvador estrela peça de Nelson Rodrigues

(Créditos: Alex Silva)

Malvino Salvador irá te transportar para a zona norte do Rio de Janeiro, nos anos 50. O ator dá vida ao personagem de Nelson Rodrigues, Boca de Ouro (que dá nome à peça), um bicheiro que após ascensão financeira substitui todos os seus dentes por uma dentadura de "Ouro 24k".
A história é contada por Dona Guigui, a principal amante do bicheiro, após o assassinato de Boca. São oferecidas ao público três possibilidades do ocorrido, pela "viúva" que sempre usa frases populares em suas versões.
 http://www.obeijo.com.br/eventos/malvino-salvador-estrela-peca-de-nelson-rodrigues-12774169
(Créditos: Alex Silva)

O elenco ainda conta com Mel Lisboa, Claudio Fontana e Chico Carvalho, no papel de um repórter que vasculha a vida do personagem principal, com um quê do próprio autor, Nelson Rodrigues.
 A apresentação é acompanhada pelo piano de Jonatan Harold que interpreta as famosas canções de Dalva de Oliveira.
  • Tucarena - Rua Monte Alegre, 1024 - Perdizes, São Paulo
    + Ver mapa
  • 11/08/2017 a 29/10/2017
  • Sexta e sábado: 21h. Domingo: 18h30.
  • R$50 a R$70.Estudantes, professores e funcionários da PUC: R$15
  • Classificação: 14 anos.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Malvino Salvador interpreta Bicheiro em montagem teatral de Nelson Rodrigues

Espetáculo "Boca de Ouro" estreia dia 11 de agosto em São Paulo
Malvino Salvador entra em cartaz em São Paulo (Foto: Divulgação/João Caldas)
Malvino Salvador entra em cartaz em São Paulo (Foto: Divulgação/João Caldas)
Ator Malvino Salvador está sempre em busca de novos projetos em sua carreira como ator, seja interpretando para televisão, para o cinema ou nos palcos.
Mesmo com uma rotina intensa de gravações, Malvino está prestes a subir aos palcos com o espetáculo “Boca de Ouro”, de Nelson Rodrigues. Seu personagem será o lendário Bicheiro Arlindo Pimenta, personagem do submundo carioca.
Na trama, é narrado a vida de Boca de Ouro (Malvino), sujeito tímido, que passamos a conhecer sua história através de alguns assassinatos.
Com direção de Gabriel Villela e elenco como Mel Lisboa, “Boca de Ouro” tem estreia prevista para o dia 11 de agosto no Teatro Tucarena, em São Paulo.
http://famaviponline.com.br/noticias/cultura/malvino-salvador-interpreta-bicheiro-em-montagem-teatral-de-nelson-rodrigues/