terça-feira, 4 de setembro de 2012
Entretenimento / 03/09/2012 14:56 - Atualizada em 04/09/2012 15:10
MacBeth chega ao Teatro Municipal Sylvia de Alencar Matheus
Espetáculo conta a história de um assassino
O Teatro Municipal Sylvia de Alencar Matheus recebe nos dias 15 e 16 deste mês, um sábado e um domingo, a peça MacBeth, dirigida por Gabriel Villela. Atualmente, o espetáculo está em cartaz em São Paulo.
Estão no elenco, Marcello Antony, Claudio Fontana, Helio Cicero, Marco Antônio Pâmio, Carlos Morelli, José Rosa, Marco Furlan e Rogerio Brito.
Resumo:
A peça conta a história de um homem incapaz de lidar com sua natureza ambiciosa e que, instigado por sua cruel esposa, passa de herói a tirano. Após salvar a Escócia e começar a galgar os degraus do grande mecanismo do poder, Macbeth, que agora se vê mais próximo do trono, interfere na ordem natural dos acontecimentos e cede a seu impulso homicida, assassinando o rei escocês para tomar sua coroa.
Como se outro crime pudesse limpar a mancha pelo assassinato cometido e dar paz à sua consciência, ele inicia uma sequência de crimes sem volta, reconhecendo, assim, a incapacidade que o homem tem de lidar com sua natureza e de fugir de seu destino.
http://www.jornaldevinhedo.com.br/?view=noticia¬icia=184
Fotos da notícia
Direção é de Gabriel Villela
4 de Setembro de 2012
Ganhe ingressos para o espetáculo Macbeth, com Marcello Antony, em Vinhedo
Serão duas apresentações nos dias 15 e 16 de setembro. O Campinas.com.br sorteia um par de convites pelo Facebook!
Marcello Antony é Macbeth, de William Shakespeare, em espetáculo que chega a Vinhedo nos dias 15 e 16 de setembro. O Campinas.com.br sorteia um par de ingressos para a apresentação do domingo (16). Clique aqui e participe da promoção!
Macbeth conta a história de um homem incapaz de lidar com sua natureza ambiciosa e que, instigado por sua cruel esposa, passa de herói a tirano. Após salvar a Escócia e começar a galgar os degraus do grande mecanismo do poder, Macbeth, que agora se vê mais próximo do trono, interfere na ordem natural dos acontecimentos e cede a seu impulso homicida, assassinando o rei escocês para tomar sua coroa.
Como se outro crime pudesse limpar a mancha pelo assassinato cometido e dar paz à sua consciência, ele inicia uma sequência de crimes sem volta, reconhecendo, assim, a incapacidade que o homem tem de lidar com sua natureza e de fugir de seu destino.
Para contar a tragédia, Gabriel Villela monta Macbeth só com atores homens, como era feito na época de seu autor, Shakespeare. No elenco, além de Antony, Claudio Fontana (no papel de Lady Macbeth), Helio Cicero, Marco Antônio Pâmio, Carlos Morelli, José Rosa, Marco Furlan e Rogerio Brito.
A tradução de Marcos Daud, adaptada pelo diretor, é montada pela primeira vez. Daud encaminhou sua versão para Villela, que fez então cortes e adaptou o texto de 20 personagens para uma realidade de 8 atores em cena. “Introduzi o narrador, personagem inspirado na renascença inglesa, para que ele possa reconstruir a história perante a plateia, convocar os personagens, decompor a fábula na sua essência e desenvolver a história. Ele narra o universo trágico de Macbeth”, diz o diretor.
Na opinião de Villela, Macbeth é um espetáculo formal, sóbrio, contido, voltado para a experiência da voz e da palavra. Para atingir essa qualidade, Gabriel Villela contou com a antropologia da voz da italiana Francesca Della Monica (pesquisadora de voz da Universidade de Firenze, que também trabalha em Pontedera, Itália), a direção de texto de Babaya e a musicalidade de cena de Ernani Maletta.
Os três juntos desenvolveram um trabalho técnico fundamental, cuidadoso, fazendo a preparação vocal e a interpretação de texto, passando pela redescoberta e finalidade da voz. “Na formação do elenco, trabalhamos uma extensão vocal bem grande para que não ficássemos com uma impostação monótona dos timbres masculinos. É um espetáculo feito para uma audiência camerística, de 290 lugares e um palco relativamente pequeno, preenchido pelo principal elemento: a voz épica dos atores”, detalha Gabriel.
A trilha sonora do espetáculo é composta, em sua maior parte, por silêncios. “Eu não queria música desta vez, por isso cuidei da trilha sonora, feita mais por sons como o rufar de asas, o bater de sinos, sons finos sugeridos por Shakespeare.” A única música é um ária da ópera “Dido e Enéas”, de Purcell, cantada à cappella por Francesca Della Monica, no instante da morte de Lady Macbeth. Gabriel destaca, ainda, o caráter épico e a eloquência shakesperiana, com direito a tons lúdicos em algumas cenas.
Figurino e cenário
A pré-produção do ateliê de criação começou dois meses antes do início dos ensaios. É marca registrada do diretor Gabriel Villela cuidar dessa área com antecedência. O figurino, assinado em parceira por Gabriel Villela e Shicó do Mamulengo (que veio do Rio Grande do Norte especialmente para o trabalho), foi confeccionado com 30 malas antigas de couro e papelão, compradas em brechós e antiquários.
Desmontadas, foram recortadas e transformadas em indumentárias de guerra, como coletes, armaduras e escudos. “Ao mesmo tempo em que criamos um figurino que remete à guerra, buscamos fazer uma brincadeira lúdica e artesanal em cima do conceito popular de transformar um objeto em outro, transformar uma mala em uma armadura de guerra”, explica Gabriel. Para remeter à nobreza dos personagens foi utilizada uma mistura de pedras e metais. A complementação foi feita com saias de tapeçarias antigas trazidas por Gabriel de diversas partes do mundo.
O cenário, assinado por Márcio Vinícius, traz dois teares da cultura de tecelagem de manufatura de Minas Gerais (resultado da desconstrução de cinco teares), um sobre o outro, compondo um tótem cênico com cinco pilares, que preenche a cena.
Esses teares fazem parte da mitologia das três parcas gregas que fiam, tecem e cortam, simbolizando os três instantes do homem: nascimento, vida e morte. É um objeto único, vertical, forte, totênico e que assume a imagem do grande “mecanismo do mundo” (Jan Kot), diz o diretor.
Serviço:
Espetáculo: Macbeth
Local: Teatro Municipal Sylvia de Alencar Matheus. Rua Monteiro de Barros, 101, Vinhedo. (19) 3826-2821
Data: 15 e 16 de setembro
Horários: sábado, 21 horas; domingo, 19 horas
Entrada: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)
Fonte: assessoria de imprensa
http://www.campinas.com.br/cultura/2012/09/ganhe-ingressos-para-o-espetaculo-macbeth-com-marcello-antony-em-vinhedo
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Romeu e Julieta | Grupo Galpão
Ao atualizar o sentido da mais conhecida história de amor da humanidade, a concepção de Gabriel Villela para o Galpão transpôs a tragédia dos dois jovens apaixonados para o contexto da cultura popular brasileira. Esse conceito sustenta todo o espetáculo, especialmente na figura do narrador, uma licença do próprio bardo em cena, a reger toda a ação com uma linguagem inspirada em Guimarães Rosa e no sertão mineiro.
Os milhares de espectadores conformam uma espécie de estádio lotado em torno da perua Veraneio modelo 1974, de cor vinho, batizada Esmeralda e transformada em “palco” para as ações, entre elas a dos enamorados no balcão. O enredo permanece intacto: duas famílias que sempre se odiaram, os Capuleto e os Montéquio, não impedem a paixão de seus filhos, mas colaboram bastante para o desfecho trágico, aqui repleto de excertos de uma comicidade lírica, alusiva ao picadeiro: há muitas cenas com os atores equilibrando-se em pernas-de-pau.
A montagem da tragédia de Shakespeare foi um marco na carreira do grupo. O encontro com Gabriel Villela significou a ousadia de fazer um clássico na rua. Ao texto original, com tradução de Onestaldo de Pennaforte, juntam-se elementos da cultura popular brasileira e mineira, presente nas serestas e modinhas, nos adereços e figurinos que remetem ao interior profundo do Brasil.
Desde sua estreia na histórica cidade de Ouro Preto, Romeu e Julieta construiu uma carreira de sucesso de público e crítica, no país e no exterior. Em 2000, coroou sua trajetória com uma série de apresentações em Londres, no palco do Shakespeare’s Globe Theatre, onde recebeu uma consagradora acolhida do público inglês. A visita foi repetida em maio deste ano.
GRUPO GALPÃO
Texto: Willian Shakespeare
Dramaturgia: Cacá Brandão
Concepção e direção geral: Gabriel Villela
Elenco: Antonio Edson, Beto Franco, Eduardo Moreira, Fernanda Vianna, Inês Peixoto, Júlio Maciel, Lydia Del Picchia, Paulo André, Rodolfo Vaz e Teuda Bara
Patrocínio: Petrobras
90 min | livre | Espetáculo de Rua
dia
8/9, sábado, 16h | Emissário Submarino
Grátis
http://mirada.sescsp.org.br/romeu-e-julieta-grupo-galpao/
Ao atualizar o sentido da mais conhecida história de amor da humanidade, a concepção de Gabriel Villela para o Galpão transpôs a tragédia dos dois jovens apaixonados para o contexto da cultura popular brasileira. Esse conceito sustenta todo o espetáculo, especialmente na figura do narrador, uma licença do próprio bardo em cena, a reger toda a ação com uma linguagem inspirada em Guimarães Rosa e no sertão mineiro.
Os milhares de espectadores conformam uma espécie de estádio lotado em torno da perua Veraneio modelo 1974, de cor vinho, batizada Esmeralda e transformada em “palco” para as ações, entre elas a dos enamorados no balcão. O enredo permanece intacto: duas famílias que sempre se odiaram, os Capuleto e os Montéquio, não impedem a paixão de seus filhos, mas colaboram bastante para o desfecho trágico, aqui repleto de excertos de uma comicidade lírica, alusiva ao picadeiro: há muitas cenas com os atores equilibrando-se em pernas-de-pau.
A montagem da tragédia de Shakespeare foi um marco na carreira do grupo. O encontro com Gabriel Villela significou a ousadia de fazer um clássico na rua. Ao texto original, com tradução de Onestaldo de Pennaforte, juntam-se elementos da cultura popular brasileira e mineira, presente nas serestas e modinhas, nos adereços e figurinos que remetem ao interior profundo do Brasil.
Desde sua estreia na histórica cidade de Ouro Preto, Romeu e Julieta construiu uma carreira de sucesso de público e crítica, no país e no exterior. Em 2000, coroou sua trajetória com uma série de apresentações em Londres, no palco do Shakespeare’s Globe Theatre, onde recebeu uma consagradora acolhida do público inglês. A visita foi repetida em maio deste ano.
GRUPO GALPÃO
Texto: Willian Shakespeare
Dramaturgia: Cacá Brandão
Concepção e direção geral: Gabriel Villela
Elenco: Antonio Edson, Beto Franco, Eduardo Moreira, Fernanda Vianna, Inês Peixoto, Júlio Maciel, Lydia Del Picchia, Paulo André, Rodolfo Vaz e Teuda Bara
Patrocínio: Petrobras
90 min | livre | Espetáculo de Rua
dia
8/9, sábado, 16h | Emissário Submarino
Grátis
http://mirada.sescsp.org.br/romeu-e-julieta-grupo-galpao/
Clássico de Shakespeare será encenado no Pedro II
Versão de ‘Macbeth’ do diretor Gabriel Villela traz Marcelo Anthony e Cláudio Fontana
Régis Martins
Tamanho da Letra A- A+
Foto: Divulgação Marcelo Anthony interpreta Macbeth na versão de Villela
Um dos personagens mais cruéis e trágicos de William Shakespeare sobe ao palco do Theatro Pedro II neste final de semana. Chega a Ribeirão Preto a versão do diretor mineiro Gabriel Villela para a história do general que, de herói do reino escocês, torna-se um tirano impiedoso. "Macbeth" simboliza o que há de mais vil na natureza humana em sua busca irracional pelo poder. Será que em tempos de eleições e julgamento de mensalão, a montagem tem sabor especial?
"Difícil associar Shakespeare a casos pontuais como o mensalão. Claro que estas questões estão incutidas no texto, mas o que se discute aqui é o assassino que, a partir de suas conquistas, chega até a sua autodestruição", diz Villela, em entrevista por telefone.
Ironicamente, o diretor resolveu buscar no passado elementos que trazem alguma novidade a esta versão do clássico. Optou por um elenco só de homens, como era feito na época de seu autor. São eles: Marcello Antony, Claudio Fontana, Helio Cicero, Marco Antônio Pâmio, Carlos Morelli, José Rosa, Marco Furlan, Rogerio Brito.
A montagem foi realizada em cima da tradução de Marcos Daud. Porém, Villela fez cortes e adaptou o texto de 20 personagens para uma realidade de oito atores em cena.
"A versão original tinha uma floresta viva e isso ia tornar o espetáculo inviável. Por isso trouxe um personagem mais épico. Sua história é narrada, e não necessariamente mostrada, num contexto brechtiano", diz Villela, referindo-se ao dramaturgo alemão Bertold Brecht, que revolucionou o teatro do século 20 ao colocar fim ao realismo cênico.
Narração
O narrador introduzido pelo diretor é um personagem inspirado na renascença inglesa. Sua função é reconstruir a história, convocar os personagens e decompor a fábula na sua essência. Por isso, ao contrário da montagem um tanto quanto heterodoxa que Villela fez de "Vestido de Noiva" no ano passado, este espetáculo busca a sobriedade, com ênfase na experiência da voz e da palavra.
Para conseguir esse resultado, o diretor contou com a assessoria da pesquisadora italiana Francesca Della Monica, que desenvolve um trabalho chamado "antropologia da voz", além da direção de texto de Babaya e a musicalidade de cena de Ernani Maletta.
A trilha sonora é composta, em sua maior parte, por silêncios e sons, como o rufar de asas e o bater de sinos. A única música é uma ária da ópera "Dido e Enéas", de Purcell, cantada à cappella por Francesca Della Monica. "É um espetáculo da palavra", ressalta o diretor.
Serviço
Macbeth
Sábado, às 21h, e domingo, às 19h, no Theatro Pedro II
Rua Álvares Cabral, 370
Ingressos de R$ 60 e R$ 30
Inf.: (16) 3977-8111 (16) 3977-8111
http://www.jornalacidade.com.br/editorias/caderno-c/2012/08/31/classico-de-shakespeare-sera-encenado-no-pedro-ii.html
Régis Martins
Tamanho da Letra A- A+
Foto: Divulgação Marcelo Anthony interpreta Macbeth na versão de Villela
Um dos personagens mais cruéis e trágicos de William Shakespeare sobe ao palco do Theatro Pedro II neste final de semana. Chega a Ribeirão Preto a versão do diretor mineiro Gabriel Villela para a história do general que, de herói do reino escocês, torna-se um tirano impiedoso. "Macbeth" simboliza o que há de mais vil na natureza humana em sua busca irracional pelo poder. Será que em tempos de eleições e julgamento de mensalão, a montagem tem sabor especial?
"Difícil associar Shakespeare a casos pontuais como o mensalão. Claro que estas questões estão incutidas no texto, mas o que se discute aqui é o assassino que, a partir de suas conquistas, chega até a sua autodestruição", diz Villela, em entrevista por telefone.
Ironicamente, o diretor resolveu buscar no passado elementos que trazem alguma novidade a esta versão do clássico. Optou por um elenco só de homens, como era feito na época de seu autor. São eles: Marcello Antony, Claudio Fontana, Helio Cicero, Marco Antônio Pâmio, Carlos Morelli, José Rosa, Marco Furlan, Rogerio Brito.
A montagem foi realizada em cima da tradução de Marcos Daud. Porém, Villela fez cortes e adaptou o texto de 20 personagens para uma realidade de oito atores em cena.
"A versão original tinha uma floresta viva e isso ia tornar o espetáculo inviável. Por isso trouxe um personagem mais épico. Sua história é narrada, e não necessariamente mostrada, num contexto brechtiano", diz Villela, referindo-se ao dramaturgo alemão Bertold Brecht, que revolucionou o teatro do século 20 ao colocar fim ao realismo cênico.
Narração
O narrador introduzido pelo diretor é um personagem inspirado na renascença inglesa. Sua função é reconstruir a história, convocar os personagens e decompor a fábula na sua essência. Por isso, ao contrário da montagem um tanto quanto heterodoxa que Villela fez de "Vestido de Noiva" no ano passado, este espetáculo busca a sobriedade, com ênfase na experiência da voz e da palavra.
Para conseguir esse resultado, o diretor contou com a assessoria da pesquisadora italiana Francesca Della Monica, que desenvolve um trabalho chamado "antropologia da voz", além da direção de texto de Babaya e a musicalidade de cena de Ernani Maletta.
A trilha sonora é composta, em sua maior parte, por silêncios e sons, como o rufar de asas e o bater de sinos. A única música é uma ária da ópera "Dido e Enéas", de Purcell, cantada à cappella por Francesca Della Monica. "É um espetáculo da palavra", ressalta o diretor.
Serviço
Macbeth
Sábado, às 21h, e domingo, às 19h, no Theatro Pedro II
Rua Álvares Cabral, 370
Ingressos de R$ 60 e R$ 30
Inf.: (16) 3977-8111 (16) 3977-8111
http://www.jornalacidade.com.br/editorias/caderno-c/2012/08/31/classico-de-shakespeare-sera-encenado-no-pedro-ii.html
domingo, 2 de setembro de 2012
Vivo Encena Palestra Gabriel
O Debates Vivo EnCena, projeto do programa cultural Vivo EnCena terminou a pouco na Sala Meira Junior do Theatro Pedro II, em Ribeirão Preto. Gabriel Villela palestrou a partir do tema "A Arte Popular no Universo Shakesperiano" e ampliou o leque de possibilidades transcendendo o tema, o que despertou ainda mais a atenção e curiosidade do público presente. Passando pela anatomia dos teatros, desde ...
os gregos aos dos nossos tempos, detalhando pelas dinâmicas do fazer - criação e produção, até o The Globe, na Inglaterra, ressaltou a importância da "imaginação", termo que permeia toda a obra de Shakespeare e que o motiva em suas criações, e dentre outros, é neste viés que o seu teatro, de poesia, surge e urge. Ponto que chamou a atenção e que se observa com frequencia nas criações de Villela foi o lugar da sensibilidade individual para uma operação poética, que acontece no campo das artes, do mito. "Nesta operação mental do imaginar, em Shakespeare, não é só do material que estamos falando, mas também do sobrenatural", afirmou. A possibilidade de transformar que utiliza em seu método também foi intensamente discutido, trazendo como exemplo objetos comuns que se tornam adereços e até mesmo figurinos. "É neste caminho de transformação do objeto em um outro, e que em cena envolve o imaginário, que pode se dar um novo sentido, social, convocando das artes plásticas a cultura popular." concluiu. Temas como suas experiências com teatro de elenco e em grupo, o aspecto popular do público à época de Shakespeare e outros também foram debatidos.
sábado, 1 de setembro de 2012
Nos dia 01 e 02 de setembro o ator se apresenta aqui em Ribeirão Preto
31/08/12 19:00 por Ana Bighetti -
Nesse fim de semana, o ator Marcello Antony apresenta o espetáculo Macbeth no Theatro Pedro II.
Nos dias 01 e 02 de setembro, acontece a peça Macbeth, que conta a história de um homem incapaz de lidar com sua natureza ambiciosa, e que instigado por sua cruel esposa, passa de herói a tirano.
Macbeth após salvar a Escócia e começar a escalar os degraus do mecanismo do poder, agora se vê mais próximo do trono, interfere na ordem natural dos acontecimentos e cede ao impulso homicida, assim assassinando o rei escocês para ficar com a coroa.
Como se outro crime pudesse limpar a mancha do assassinato cometido e dar paz a sua consciência , ele começa uma sequência de crimes que não tem volta, reconhecendo assim a incapacidade que o homem tem de lidar com a sua natureza e de fugir do destino.
A peça conta em seu elenco com: Marcello Antony, Claudio Fontana, Helio Cicero, Marco Antônio Pâmio, Carlos Morelli, José Rosa, Marco Furlan e Rogério Brito.
Serviço
Macbeth
Dia: 01 e 02 de setembro
Local: Theatro Pedro II
Horário: Sábado (01) às 21h e Domingo (02) às 19h
Ingressos:
Sábado
Platéia, Frisas e Balcão Nobre: R$60,00 Inteira e R$30,00 Meia
Balcão Simples e Galerias : R$40,00 Inteira e R$20,00 Meia
Domingo
Platéia, Frisas e Balcão Nobre: R$50,00 Inteira e R$25,00 Meia
Balcão Simples e Galerias : R$30,00 Inteira e R$15,00 Meia
Classificação: 12 anos
http://www.ribeiraopretotem.com.br/noticias/macbeth-com-marcello-antony-no-theatro-pedro-ii-/3144/
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