sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Malvino Salvador e Mel Lisboa apresentam “Boca de Ouro” no Teatro Iguatemi Campinas



A peça “Boca de Ouro”, um dos grandes clássicos de Nelson Rodrigues, fará curta temporada entre os dias 3 e 12 de novembro, de sexta a domingo no Teatro Iguatemi Campinas. A tragicomédia narra em retrospecto a vida de um bicheiro carioca - temido e megalomaníaco, que tem esse apelido porque trocou todos os dentes por uma dentadura de ouro. No elenco, Malvino Salvador, Mel Lisboa, Cláudio Fontana, Lavínia Pannunzio, Leonardo Ventura e Chico Carvalho. A direção é de Gabriel Villela. As apresentações serão às 21h nas sextas-feiras, às 21h30 aos sábados e às 19h aos domingos. 

Os ingressos custam R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia) no primeiro lote e R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia) no segundo e podem ser adquiridos pelo site www.ingressorapido.com.br ou na bilheteria do teatro, de segunda a sábado, das 10h às 22h e, aos domingos, das 12h às 20h (Av. Iguatemi, 777 – Vila Brandina - 3º piso do Shopping Iguatemi Campinas).

Sobre a peça

Boca de Ouro (Malvino Salvador) é um lendário bicheiro carioca que ganhou esse apelido porque trocou todos os dentes por uma dentadura de ouro. Depois de ser assassinado, ele tem o passado investigado por um repórter. A fonte das informações sobre a vida dele é a dona Guigui (Lavínia Pannunzio), a volúvel ex-amante do contraventor e uma mulher que, ao longo da peça, revela diferentes versões do bicheiro.

Mel Lisboa e Claudio Fontana fazem o casal Celeste e Leleco. Leonardo Ventura interpreta Agenor, fiel e apaixonado marido de Guigui. Chico Carvalho é Caveirinha, o repórter que carrega o olhar afiado e crítico do dramaturgo-jornalista. Chico também interpreta a grã-fina Maria Luisa. Cacá Toledo e Guilherme Bueno completam o elenco. Jonatan Harold assume o piano oferecendo a ambiência musical para Mariana Elisabetsky interpretar canções imortalizadas por Dalva de Oliveira (1917-1972).

Além da direção, Gabriel Villela criou os figurinos e a cenografia. A iluminação é de Wagner Freire, a direção musical e preparação vocal são assinadas por Babaya e a espacialização e antropologia da voz por Francesca Della Monica. Os diretores assistentes Ivan Andrade e Daniel Mazzarolo formam a equipe criativa.

Cenário

As diferentes narrativas de Dona Guigui são exploradas pelo diretor de forma muito diversa. A cada nova versão da história é ressaltado o espaço arquetípico convergente, como o salão circular de uma gafieira ou um ciclo de vida que se encerra.

Inspirado no subúrbio carioca, Gabriel Villela se utiliza da simbologia do candomblé e das máscaras astecas no espetáculo. A casa de Celeste e Leleco traz muitas representações de orixás sincretizados. A figura de Iansã (Guilherme Bueno), faz a contrarregragem das mortes da história, aparecendo toda vez que uma cena fatídica acontece.

O Brasil cabe todo nesta arena: a política, as narrativas contraditórias, a libido, a festa da gafieira, o jogo do bicho, a fé e a música. Retratos de uma época que mostra um Brasil que pouco mudou e também que o dramaturgo pernambucano, nascido em 1912, nunca foi tão atual.
http://nalinguadoju.blogspot.com.br/2017/10/malvino-salvador-e-mel-lisboa.html
Serviço:

“Boca de Ouro”
Data: de 03 a 12 de novembro, sempre de sexta a domingo. 
Horário: sextas às 21h; sábados às 21h30 e domingos às 19h. 
Local: Teatro Iguatemi 3º piso do Iguatemi Campinas
Endereço: Avenida Iguatemi, 777 – Vila Brandina
Telefone: (19) 3294-3166
Valores: Primeiro lote: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada). Segundo lote: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia-entrada).
Vendas: Bilheteria do Teatro: 3294-3166 (segunda a sábado das 10h às 22h | domingo das 12h às 20h)
Pela internet: ingressorapido.com


MALVINO SALVADOR E MEL LISBOA APRESENTAM “BOCA DE OURO” EM CAMPINAS

Grande clássico de Nelson Rodrigues, com direção de Gabriel Villela, o espetáculo terá apresentações nos dois primeiros fins de semana de novembro (de 3 a 12, de sexta a domingo), no Teatro Iguatemi.
“Boca de Ouro”, tragicomédia que narra em retrospecto a vida de um bicheiro carioca – temido e megalomaníaco, que tem esse apelido porque trocou todos os dentes por uma dentadura de ouro – terá seis apresentações em novembro (entre os dias 3 e 12, de sexta a domingo), no Teatro Iguatemi.
No elenco, Malvino Salvador, Mel Lisboa, Cláudio Fontana, Lavínia Pannunzio, Leonardo Ventura e Chico Carvalho. A direção é de Gabriel Villela. As apresentações serão às 21h nas sextas-feiras, às 21h30 aos sábados e às 19h aos domingos. A produção é da Brain+ GT.
Os ingressos custam R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia) no primeiro lote e R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia) no segundo e podem ser adquiridos pelo site www.ingressorapido.com.br ou na bilheteria do teatro, de segunda a sábado, das 10h às 22h e, aos domingos, das 12h às 20h (Av. Iguatemi, 777 – Vila Brandina – 3º piso do Shopping Iguatemi Campinas).
Sobre a Peça
Boca de Ouro (Malvino Salvador) é um lendário bicheiro carioca que ganhou esse apelido porque trocou todos os dentes por uma dentadura de ouro. Depois de ser assassinado, ele tem o passado investigado por um repórter. A fonte das informações sobre a vida dele é a dona Guigui (Lavínia Pannunzio), a volúvel ex-amante do contraventor e uma mulher que, ao longo da peça, revela diferentes versões do bicheiro.
Mel Lisboa e Claudio Fontana fazem o casal Celeste e Leleco. Leonardo Ventura interpreta Agenor, fiel e apaixonado marido de Guigui. Chico Carvalho é Caveirinha, o repórter que carrega o olhar afiado e crítico do dramaturgo-jornalista. Chico também interpreta a grã-fina Maria Luisa. Cacá Toledo e Guilherme Bueno completam o elenco. Jonatan Harold assume o piano oferecendo a ambiência musical para Mariana Elisabetsky interpretar canções imortalizadas por Dalva de Oliveira (1917-1972).
Além da direção, Gabriel Villela criou os figurinos e a cenografia. A iluminação é de Wagner Freire, a direção musical e preparação vocal são assinadas por Babaya e a espacialização e antropologia da voz por Francesca Della Monica. Os diretores assistentes Ivan Andrade e Daniel Mazzarolo formam a equipe criativa.
Cenário
As diferentes narrativas de Dona Guigui são exploradas pelo diretor de forma muito diversa. A cada nova versão da história é ressaltado o espaço arquetípico convergente, como o salão circular de uma gafieira ou um ciclo de vida que se encerra.
Inspirado no subúrbio carioca, Gabriel Villela se utiliza da simbologia do candomblé e das máscaras astecas no espetáculo. A casa de Celeste e Leleco traz muitas representações de orixás sincretizados. A figura de Iansã (Guilherme Bueno), faz a contrarregragem das mortes da história, aparecendo toda vez que uma cena fatídica acontece.
O Brasil cabe todo nesta arena: a política, as narrativas contraditórias, a libido, a festa da gafieira, o jogo do bicho, a fé e a música. Retratos de uma época que mostra um Brasil que pouco mudou e também que o dramaturgo pernambucano, nascido em 1912, nunca foi tão atual.
Ficha Técnica
Texto: Nelson Rodrigues.
Direção, Cenografia e Figurinos: Gabriel Villela.
Elenco: Malvino Salvador, Lavínia Pannunzio, Mel Lisboa, Claudio Fontana, Chico Carvalho, Leonardo Ventura, Cacá Toledo, Mariana Elisabetsky, Jonatan Harold e Guilherme Bueno.
Iluminação: Wagner Freire.
Direção Musical e preparação Vocal: Babaya.
Espacialização vocal e antropologia da voz: Francesca Della Monica.
Pianista: Jonatan Harold.
Diretores assistentes: Ivan Andrade e Daniel Mazzarolo.
Foto: João Caldas Fº.
Produção executiva: Luiz Alex Tasso.
Direção de produção: Claudio Fontana.
Duração: 100min.
Classificação: 14 anos.
Acessibilidade: gratuidade a portadores de deficiência
http://www.orgulhodehortolandia.com.br/2017/10/malvino-salvador-e-mel-lisboa-apresentam-boca-de-ouro-em-campinas/
Serviço
Local: 
Teatro Iguatemi (Av. Iguatemi, 777 – Vila Brandina – 3º piso do Iguatemi Campinas)
Data: de 3 a 12 de novembro (sextas, sábados e domingos)
Horário: sextas às 21h; sábados às 21h30 e domingos às 19h.
Informações: (19) 3294-3166 – www.teatrogt.com.br
Ingressos
Primeiro lote:
 R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada)
Segundo lote: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia-entrada).
Vendas: Bilheteria do Teatro (de segunda a sábado das 10h às 22h | domingo das 12h às 20h)
Pela internet: www.ingressorapido.com.br

TRAGICOMÉDIA ‘BOCA DE OURO’, DE NELSON RODRIGUES, TERÁ …

Tragicomédia 'Boca de Ouro', de Nelson Rodrigues, terá ...
Tragicomédia ‘Boca de Ouro’, de Nelson Rodrigues, terá …
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“Boca de Ouro” Data: de 03 a 12 de novembro, sempre de sexta a domingo. Horário: sextas às 21h; sábados às 21h30 e domingos às 19h. Local: Teatro Iguatemi 3º piso do Iguatemi Campinas End: Av Iguatemi, 777 – Vila Brandina Telefone: (19) 3294-3166 – www.teatrogt.com.br
Chamas destruíram mais de 64 mil hectares da unidade de conservação em Goiás.
25/10/2017 18h14 Atualizado 25/10/2017 18h14
http://brzlnews.biz/campinas/2017/10/27/202914-tragicomdia-boca-de-ouro-de-nelson-rodrigues-ter.html
Inspirado no subúrbio carioca, Gabriel Villela se utiliza da simbologia do candomblé e das máscaras astecas no espetáculo. A casa de Celeste e Leleco traz muitas representações de orixás sincretizados. A figura de Iansã (Guilherme Bueno), faz a contrarregragem das mortes da história, aparecendo toda vez que uma cena fatídica acontece.No despacho, juiz diz que quer evitar ‘danos ao patrimônio’; cabe recurso. Petroleiras privadas disputariam blocos de exploração dessa área pela 1ª vez.
A peça conta a história do bicheiro Boca de Ouro, vivido por Malvino, que ganhou esse apelido porque trocou todos os dentes por uma dentadura de ouro. Depois de ser assassinado, ele tem o passado investigado por um repórter.Operação com 1.700 agentes cerca comunidades do Centro do Rio
  25/10/2017 às 09h06

Malvino Salvador e Mel Lisboa apresentam "Boca de Ouro" em Campinas

Grande clássico de Nelson Rodrigues, com direção de Gabriel Villela, o espetáculo terá apresentações nos dois primeiros fins de semana de novembro (de 3 a 12, de sexta a domingo), no Teatro Iguatemi

"Boca de Ouro", tragicomédia que narra em retrospecto a vida de um bicheiro carioca - temido e megalomaníaco, que tem esse apelido porque trocou todos os dentes por uma dentadura de ouro - terá seis apresentações em novembro (entre os dias 3 e 12, de sexta a domingo), no Teatro Iguatemi.
No elenco, Malvino Salvador, Mel Lisboa, Cláudio Fontana, Lavínia Pannunzio, Leonardo Ventura e Chico Carvalho. A direção é de Gabriel Villela. As apresentações serão às 21h nas sextas-feiras, às 21h30 aos sábados e às 19h aos domingos. A produção é da Brain+ GT.
Os ingressos custam R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia) no primeiro lote e R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia) no segundo e podem ser adquiridos pelo site www.ingressorapido.com.br ou na bilheteria do teatro, de segunda a sábado, das 10h às 22h e, aos domingos, das 12h às 20h (Av. Iguatemi, 777 – Vila Brandina - 3º piso do Shopping Iguatemi Campinas).
Sobre a Peça
Boca de Ouro (Malvino Salvador) é um lendário bicheiro carioca que ganhou esse apelido porque trocou todos os dentes por uma dentadura de ouro. Depois de ser assassinado, ele tem o passado investigado por um repórter. A fonte das informações sobre a vida dele é a dona Guigui (Lavínia Pannunzio), a volúvel ex-amante do contraventor e uma mulher que, ao longo da peça, revela diferentes versões do bicheiro.
Mel Lisboa e Claudio Fontana fazem o casal Celeste e Leleco. Leonardo Ventura interpreta Agenor, fiel e apaixonado marido de Guigui. Chico Carvalho é Caveirinha, o repórter que carrega o olhar afiado e crítico do dramaturgo-jornalista. Chico também interpreta a grã-fina Maria Luisa. Cacá Toledo e Guilherme Bueno completam o elenco. Jonatan Harold assume o piano oferecendo a ambiência musical para Mariana Elisabetsky interpretar canções imortalizadas por Dalva de Oliveira (1917-1972).
Além da direção, Gabriel Villela criou os figurinos e a cenografia. A iluminação é de Wagner Freire, a direção musical e preparação vocal são assinadas por Babaya e a espacialização e antropologia da voz por Francesca Della Monica. Os diretores assistentes Ivan Andrade e Daniel Mazzarolo formam a equipe criativa.
Cenário
As diferentes narrativas de Dona Guigui são exploradas pelo diretor de forma muito diversa. A cada nova versão da história é ressaltado o espaço arquetípico convergente, como o salão circular de uma gafieira ou um ciclo de vida que se encerra.
Inspirado no subúrbio carioca, Gabriel Villela se utiliza da simbologia do candomblé e das máscaras astecas no espetáculo. A casa de Celeste e Leleco traz muitas representações de orixás sincretizados. A figura de Iansã (Guilherme Bueno), faz a contrarregragem das mortes da história, aparecendo toda vez que uma cena fatídica acontece.
O Brasil cabe todo nesta arena: a política, as narrativas contraditórias, a libido, a festa da gafieira, o jogo do bicho, a fé e a música. Retratos de uma época que mostra um Brasil que pouco mudou e também que o dramaturgo pernambucano, nascido em 1912, nunca foi tão atual.
Ficha Técnica
Texto: Nelson Rodrigues.
Direção, Cenografia e Figurinos: Gabriel Villela.
Elenco: Malvino Salvador, Lavínia Pannunzio, Mel Lisboa, Claudio Fontana, Chico Carvalho, Leonardo Ventura, Cacá Toledo, Mariana Elisabetsky, Jonatan Harold e Guilherme Bueno.
Iluminação: Wagner Freire.
Direção Musical e preparação Vocal: Babaya.
Espacialização vocal e antropologia da voz: Francesca Della Monica.
Pianista: Jonatan Harold.
Diretores assistentes: Ivan Andrade e Daniel Mazzarolo.
Foto: João Caldas Fº.
Produção executiva: Luiz Alex Tasso.
Direção de produção: Claudio Fontana.
Duração: 100min.
Classificação: 14 anos.
Acessibilidade: gratuidade a portadores de deficiência
Serviço
Local: Teatro Iguatemi (Av. Iguatemi, 777 – Vila Brandina - 3º piso do Iguatemi Campinas)
Data: de 3 a 12 de novembro (sextas, sábados e domingos)
Horário: sextas às 21h; sábados às 21h30 e domingos às 19h. 
Informações: (19) 3294-3166 – www.teatrogt.com.br
Ingressos
Primeiro lote: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada)
Segundo lote: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia-entrada).
Vendas: Bilheteria do Teatro (de segunda a sábado das 10h às 22h | domingo das 12h às 20h)
Pela internet: www.ingressorapido.com.br
http://maisexpressao.com.br/noticia/malvino-salvador-e-mel-lisboa-apresentam-boca-de-ouro-em-campinas-41404.html
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Prorrogada a temporada de Boca de Ouro com direção de Gabriel Villela

Boca de Ouro com direção de Gabriel Villela sai de cartaz dia 29 de outubro e volta dia 17 de novembro. Espetáculo continua em cartaz no Teatro TucarenaA partir de 17 de novembro a peça se apresenta sextas e sábados às 21h e domingos às 19h30.
Boca de Ouro é um lendário bicheiro carioca, figura temida e megalomaníaca, que tem esse apelido porque trocou todos os dentes por uma dentadura de ouro. Também é conhecido como o Drácula de Madureira. Quando Boca é assassinado, seu passado é vasculhado por um repórter. Sua fonte é dona Guigui, a volúvel ex-amante do contraventor, uma mulher que, ao longo da peça, revela diferentes versões do bicheiro.
Malvino Salvador é Boca de Ouro, Mel Lisboa e Claudio Fontana fazem o casal Celeste e Leleco, e Lavínia Pannunzio vive a transtornada Guigui, ao lado de Leonardo Ventura, que faz seu fiel e apaixonado marido, Agenor. Chico Carvalho é Caveirinha, o repórter rodriguiano, que carrega em si o olhar afiado e crítico do dramaturgo-jornalista, que durante anos trabalhou em Redações e conheceu ele próprio os vícios e contradições da imprensa. Chico também interpreta a grã-fina Maria Luisa. Cacá Toledo e Guilherme Bueno completam o elenco.
Jonatan Harold assume o piano desta gafieira carioca oferecendo a ambiência musical para Mariana Elisabetsky interpretar as canções imortalizadas por Dalva de Oliveira (1917-1972).
Como toda a ação proposta por Nelson Rodrigues parte da mente contraditória de Dona Guigui, as diferentes narrativas da personagem são exploradas pelo encenador de forma muito diversa. A cada versão de Guigui, a arena de Villela circula, ressaltando o espaço arquetípico convergente, assim como o salão circular de uma gafieira, ou um ciclo de vida que se encerra.
Dentro das iconografias do subúrbio carioca, Gabriel se utiliza da simbologia do Candomblé e das mascaradas astecas no espetáculo. A casa de Celeste e Leleco traz muitas representações de Orixás sincretizados. A figura de Iansã, (Guilherme Bueno) aparece toda vez que uma cena de morte acontece. Iansã faz a contrarregragem das mortes da estória.
O Brasil cabe todo nesta arena: a política, as narrativas contraditórias, a libido, a festa da gafieira, o jogo do bicho, a fé e a música. Retratos de uma época que nos mostram que o Brasil pouco mudou, e que nosso dramaturgo nascido em Pernambuco em 1912 e radicado no Rio de Janeiro, nunca foi tão atual.
Além da direção, Gabriel Villela assina os figurinos e a cenografia. A iluminação é de Wagner Freire, a direção musical e preparação vocal são assinadas por Babaya e a espacialização e antropologia da voz por Francesca Della Monica. Os diretores assistentes Ivan Andrade e Daniel Mazzarolo completam a equipe criativa.
Ficha Técnica
Texto: Nelson Rodrigues.
Direção, Cenografia e Figurinos: Gabriel Villela.
Elenco: Malvino Salvador, Lavínia Pannunzio, Mel Lisboa, Claudio Fontana, Chico Carvalho, Leonardo Ventura, Cacá Toledo, Mariana Elisabetsky, Jonatan Harold e Guilherme Bueno.
Iluminação: Wagner Freire.
Direção Musical e preparação Vocal: Babaya.
Espacialização vocal e antropologia da voz: Francesca Della Monica.
Pianista: Jonatan Harold.
Diretores assistentes: Ivan Andrade e Daniel Mazzarolo.
Foto: João Caldas Fº.
Produção executiva: Luiz Alex Tasso.
Direção de produção: Claudio Fontana.
BOCA DE OUROTeatro Tucarena
R. Monte Alegre, 1024 – Perdizes, São Paulo

Sex e Sáb 21h, Dom 19h30. R$ 50 (sex), R$ 50 e R$ 70 (sáb e dom).
Gratuidade a portadores de deficiência.
Duração: 100min.
Classificação 14 anos.
Reestreia 17 de novembro.
Até 3 de dezembro.
http://www.arteview.com.br/prorrogada-tempora-de-boca-de-ouro-com-direcao-de-gabriel-villela/

Campinas recebe peça com Malvino Salvador

http://www.pauliniavip.com.br/noticiass/8285-campinas-recebe-peca-com-malvino-salvador-

boca_ouro
“Boca de Ouro”, tragicomédia que narra em retrospecto a vida de um bicheiro carioca, terá seis apresentações em novembro (entre os dias 3 e 12, de sexta a domingo), no Teatro Iguatemi.

No elenco, Malvino Salvador, Mel Lisboa, Cláudio Fontana, Lavínia Pannunzio, Leonardo Ventura e Chico Carvalho. A direção é de Gabriel Villela. As apresentações serão às 21h nas sextas-feiras, às 21h30 aos sábados e às 19h aos domingos.

Os ingressos custam R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia) no primeiro lote e R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia) no segundo e podem ser adquiridos pelo site www.ingressorapido.com.br ou na bilheteria do teatro, de segunda a sábado, das 10h às 22h e, aos domingos, das 12h às 20h (Av. Iguatemi, 777 – Vila Brandina - 3º piso do Shopping Iguatemi Campinas).

Sobre a Peça

Boca de Ouro (Malvino Salvador) é um lendário bicheiro carioca que ganhou esse apelido porque trocou todos os dentes por uma dentadura de ouro. Depois de ser assassinado, ele tem o passado investigado por um repórter. A fonte das informações sobre a vida dele é a dona Guigui (Lavínia Pannunzio), a volúvel ex-amante do contraventor e uma mulher que, ao longo da peça, revela diferentes versões do bicheiro.

Mel Lisboa e Claudio Fontana fazem o casal Celeste e Leleco. Leonardo Ventura interpreta Agenor, fiel e apaixonado marido de Guigui. Chico Carvalho é Caveirinha, o repórter que carrega o olhar afiado e crítico do dramaturgo-jornalista. Chico também interpreta a grã-fina Maria Luisa. Cacá Toledo e Guilherme Bueno completam o elenco. Jonatan Harold assume o piano oferecendo a ambiência musical para Mariana Elisabetsky interpretar canções imortalizadas por Dalva de Oliveira (1917-1972).

Serviço

Local: Teatro Iguatemi (Av. Iguatemi, 777 – Vila Brandina - 3º piso do Iguatemi Campinas)
Data: de 3 a 12 de novembro (sextas, sábados e domingos)
Horário: sextas às 21h; sábados às 21h30 e domingos às 19h.

Informações: (19) 3294-3166 – www.teatrogt.com.br

Ingressos
Primeiro lote: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada)
Segundo lote: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia-entrada).

Vendas: Bilheteria do Teatro (de segunda a sábado das 10h às 22h | domingo das 12h às 20h)
Pela internet: www.ingressorapido.com.br

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Arcênico
Palco, plateia e coxia
Gabriel Villela resgata Zé Vicente e “Hoje é dia de rock”
João Wady Cury
21 Setembro 2017 | 12h45



O diretor teatral Gabriel, por TIAGO QUEIROZ / ESTADÃO
O teatro tem a capacidade única de reagir à mesmice, à tirania e expor o que nos foi escondido. É este o caminho escolhido pelo diretor mineiro, que está em Curitiba para sua próxima montagem, que estreia em 17 de novembro no Teatro Guaíra. A reação de Villela tem nome: Hoje É Dia de Rock, do dramaturgo José Vicente (1945-2007), símbolo do movimento de contracultura dos anos 60 e 70. É algo capaz de chacoalhar a cachola do vivente para o que realmente importa. “Vivemos momentos de ódio e polarização, em que energias negativas nos rondam. A mensagem que devemos passar pra moçada é outra: caiam fora disso, deixem o ódio de lado. Vamos jogar luz nas trevas”, diz Villela.
Mas todo dia é dia de rock. A peça de José Vicente marcou história. Estreou no Teatro Ipanema, no Rio, em 1971, pelas mãos de dois magos: Rubens Corrêa e Ivan de Albuquerque. Sobrou pouco para os outros. A dupla abalou os urdimentos do teatro nacional, permanecendo em cartaz por dois anos, com lotação esgotada. Não é pouco, ainda mais para aqueles anos 70 sob as garras do general Médici. Quem sabe a montagem de Gabriel Villela, inspirado pela dupla Corrêa-Albuquerque, nos traga elementos que somente a arte pode nos dar: ultrapassar o olhar banal e raso dos fatos que vivemos.
#hojeediaderock

http://cultura.estadao.com.br/blogs/arcenico/gabriel-villela-resgata-ze-vicente-e-hoje-e-dia-de-rock/