De Chico Carvalho
UM RÉQUIEM PARA ANTONIO
Que saudades de ir ao teatro para ver teatro!
E fugindo da vida, encontrá-la bem ali
Tão real quanto esconde ser
Tábuas de histórias
Cuja única verdade
É parecer!
Porque não fosse a farsa a cobrir de enfeites e purpurinas os nossos tristes dias
Cegos dançaríamos
E tomando a valsa por silêncio sério
Viveríamos!
Antes esconder para fazer ver!
E quem diria que assim seria?
Eis quem sois, diz a mentira:
Nem mais corretos
Tampouco menos patéticos!
Forjar as horas
Colorir as certezas
Costurando melodia onde antes não havia!
Função mais nobre não há
Na poesia...
sábado, 22 de fevereiro de 2014
De Chico Carvalho
UM RÉQUIEM PARA ANTONIO
Que saudades de ir ao teatro para ver teatro!
E fugindo da vida, encontrá-la bem ali
Tão real quanto esconde ser
Tábuas de histórias
Cuja única verdade
É parecer!
Porque não fosse a farsa a cobrir de enfeites e purpurinas os nossos tristes dias
Cegos dançaríamos
E tomando a valsa por silêncio sério
Viveríamos!
Antes esconder para fazer ver!
E quem diria que assim seria?
Eis quem sois, diz a mentira:
Nem mais corretos
Tampouco menos patéticos!
Forjar as horas
Colorir as certezas
Costurando melodia onde antes não havia!
Função mais nobre não há
Na poesia...
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